A maioria das tragédias humanas não são repentinas, são construções demoradas, levam anos até se estabelecerem como tal. Eu olho para a vida de algumas pessoas que me procuram e posso antever, com boa dose de precisão, que se elas continuarem fazendo as escolhas que fazem, em alguns anos, vão viver tragédias anunciadas. A verdade é que decisões mudam a vida, para melhor ou para pior, e vão se sedimentando no solo do cotidiano dos dias, algumas são reversíveis, outras insuperáveis. Você sabe tomar decisões? Baseado em que você as toma? Está decidindo certo, neste momento, sobre algo importante? Quer aprender princípios sobre como decidir bem na vida? Assista a mensagem! Se gostar, compartilhe! CM
A maioria das tragédias humanas não são repentinas, são construções demoradas, levam anos até se estabelecerem como tal. Eu olho para a vida de algumas pessoas que me procuram e posso antever, com boa dose de precisão, que se elas continuarem fazendo as escolhas que fazem, em alguns anos, vão viver tragédias anunciadas. A verdade é que decisões mudam a vida, para melhor ou para pior, e vão se sedimentando no solo do cotidiano dos dias, algumas são reversíveis, outras insuperáveis. Você sabe tomar decisões? Baseado em que você as toma? Está decidindo certo, neste momento, sobre algo importante? Quer aprender princípios sobre como decidir bem na vida? Assista a mensagem! Se gostar, compartilhe! CM
Ocorrido no último dia 31 de maio, o brutal assassinato do menino Rhuan, praticado por sua mãe e pela companheira dela, está cercado de detalhes bizarros e requintes de crueldade. Diante da tragédia, somos convocados a refletir sobre quais fenômenos estão por traz da incidência, cada vez maior, de casos de psicopatia em nossa sociedade. Analisando, mais detidamente a brutalidade da morte, cabe fazermos a pergunta: será que chegamos ao “Fim do Mundo”? Poderia o ser humano piorar mais do que o estágio atual? Seria possível haver mais dessignificação de alma, mais dessensibilização de coração e desumanização do que o que já alcançamos? Na verdade, o tema do “Fim do Mundo” não só é um mito presente na história da civilização, como também um tabu, ele é crido por uns e desprezado por outros, é desejado e evitado, causa pânico e pacificação. Fato é, que toda geração deve esperar o “Fim do Mundo”, ainda que ele jamais chegue de fato. Na história da humanidade, muitos foram os que trataram deste tema, entre eles profetas, místicos, sensitivos, pensadores e cientistas. A cada tempo, sinais daquilo que revelaram se cumpre, fazendo com que a espiral do cataclismo final se adense de forma, aparentemente, irremediável. Um bom observador, não necessariamente religioso, certamente constatará que estes dias que vivemos se encaixam dentro de tudo aquilo que já foi predito sobre a extinção da raça humana, não há mais nada a se cumprir, guerras, um planeta agonizante, mortandades, fome, pestes, alterações celestes, a Terra parece estar madura para, de fato, ser destruída. Diante de tudo isso, e sabendo que o funil do tempo chegou na cinza das horas, há uma única pergunta que se revela essencial: o que ainda podemos fazer? Você está preparado para o “Fim do Mundo”? Assista a mensagem e faça a sua própria reflexão.
“Suicídio é covardia, a vítima não tem chance de fugir.” Frase do pensador Elanklever
A cada 40 segundos, alguém no mundo interrompe a própria vida. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que o número de óbitos que tem como razão o suicídio chega a 470 mil/ano.
No Brasil, segundo informações do Ministério da Saúde, a cada 46 minutos uma pessoa se suicida. Os últimos dados levantados dão conta de que, em 2016, houve 11.433 mortes por suicídio. Análises da Secretaria de Vigilância em Saúde, contudo, estimam que o número seja, ao menos, 20% maior.
O mosaico sobre o qual o tema “suicídio” se estabelece é amplo e complexo. Diversos fatores podem ser causadores desta ação extrema do indivíduo contra si mesmo: condições de vida sub-humana, desemprego, violência sexual, transtornos familiares, perdas insuperáveis, mas há uma unanimidade entre os especialistas de que as causas mais recorrentes se encontram dentro do espectro das doenças mentais.
Certamente por isso, afirma o psiquiatra Antônio Geral da Silva, diretor e superintendente da Associação Brasileira de Psiquiatria, a questão enfrente tanta resistência no combate, pois o preconceito que o doente mental enfrenta é enorme, o que dificulta as abordagens terapêuticas.
Só para você ter uma ideia, segundo dados da OMS, 35,8% das vítimas de suicídio tinham transtorno de humor; 22,4% eram dependentes químicas; 10,6% tinham esquizofrenia; 11,6%, transtorno de personalidade, 6,1%, transtorno de ansiedade e 5,1%, outros diagnósticos psiquiátricos. Os 3,1% restantes não significam ausência de doença mental, mas a falta de um diagnóstico adequado.
“A doença mental é absolutamente democrática, pode afetar pessoas de qualquer nacionalidade, gênero, credo, idade ou classe social”. A frase é do psiquiatra Humberto Corrêa, presidente da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio. Ele também afirma que há meios para a prevenção do suicídio: tratar a tempo e de forma correta o potencial suicida.
Diante do cenário atual, que sugere uma epidemia global, algumas questões nos surgem: o que produz a espiral de eventos que leva alguém a não mais querer viver? Quais as características de uma pessoa potencialmente suicida? Há salvação para quem comete suicídio, ou o inferno é o seu derradeiro destino? Como Deus trata a questão? O que diz a Escritura Sagrada! Assista mais essa excelente mensagem!
O mundo hoje discute sobre sustentabilidade, a capacidade de empreendimentos se tornarem viáveis no longo prazo, sem, sobretudo, ferir o...
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
Formado em Teologia pelo Seminário Episcopal Evangélico do Brasil e em Filosofia pela Universidade do Sul de Santa Catarina. Escritor, compositor, músico e conferencista, é mentor da Estação do Caminho da Graça em Recife.
Estamos vivendo um momento de aridez intelectual. Assombra-me a incapacidade dos que lideram a igreja em debater questões prementes de nosso tempo, ou por total falta de conhecimento, ou por total falta de comprometimento. Precisamos de uma teologia que salve não só a alma, mas também a mente das pessoas. Se a consciência não muda, estamos formando robôs e não discípulos! Como bem citou Anselmo de Cantuária "Não estudamos para crer; estudamos porque cremos". Pense nisso... Carlos Moreira
"O grande do homem é ele ser uma ponte e não uma meta". Nietzsche
"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, e sim em ter novos olhos." Marcel Proust
"Estes são os meus principios. Se você não gosta deles, eu tenho outros." Groucho Marx
"O centro da vontade de Deus não é um lugar seguro. Pelo contrário, é o mais perigoso do mundo. " Erwin Mcmanus
"Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais." Bob Marley
"Você não é um ser humano em busca de uma experiência espiritual. Você é um ser espiritual imerso em uma experiência humana." Teilhard de Chardin
"Eu não tenho paredes. Só tenho horizontes." Mário Quintana
"Com ou sem religião, pessoas boas farão coisas boas e pessoas ruins farão coisas ruins. Mas para pessoas boas fazerem coisas ruins é preciso religião." Steven Weinberg