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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

26 junho 2015

Desplugados: a Perda de Conexões na Igreja

Uma expressão que vemos com muita frequência no Novo Testamento é “Uns aos Outros”. Ela revela a necessidade do encontro, das trocas relacionais na comunidade de fé. Jesus tratou deste tema quando falou sobre a Videira, que articula ramos em torno de si mesma, e Paulo usou a metáfora do corpo humano para nos lembrar que estamos unidos através de juntas e ligamentos. Contudo, este é um tempo onde estas conexões estão se perdendo. Muitas igrejas tornaram-se ambientes insalubres no que tange ao trato afetivo, ao cuidado com o outro, ao zelo pastoral. “Sacerdotes” exploram e dilaceram suas ovelhas com doutrinas espúrias. Ovelhas feridas, além de machucarem a si mesmas, ferem também as outras. O que deveria ser um lugar de acolhimento e crescimento acaba se constituindo num espaço onde prolifera a manipulação, o egoísmo, a culpa e o medo. Sabemos que congregar é preciso e que não devemos prescindir da relação com nossos irmãos, mas, o que fazer quando ir a igreja significa expor a alma a perigos emocionais que surgem pela relação doentia entre as pessoas? Sua igreja é sadia? As conexões estão funcionando? Assista a mensagem e chegue as suas próprias conclusões.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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