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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

01 novembro 2011

Fuga Impossível


Assista na seção "Mens. em Vídeo", na barra de menu acima, a mensagem "Fuga Impossível" pregada em 30.10 2011 na Catedral da Trindade.

“De que nos vale fugir, se este coração é o nosso ser, se, quando nos abandonamos à fuga, o levamos conosco?”. Jaime Balmes

Você já fugiu de algum lugar? Você sabe como se processa uma fuga? Talvez diante de tal pergunta alguém possa dizer: “eu não sou bandido, não cometi nenhum crime, não tenho pendências com a justiça!”. Ora, minha pergunta não é para tais questões. Talvez, sem perceber, você não tenha notado que existem outros tipos de fuga que são muito comuns na existência humana. Existem os que fogem do passado, os que fogem de compromissos, de cobranças, da tomada de decisões. Há os que fogem de “fantasmas” alojados na alma, outros fogem de si mesmos e até os que fogem de Deus.

Friedrich Hebbel afirmou: “a vida da maioria das criaturas humanas é uma fuga para fora de si próprias”. Aprenda nesta mensagem sobre o potencial que há em você para realizar coisas extraordinárias e, sobretudo, que cada um de nós não tem como fugir do próprio destino.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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