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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

19 maio 2015

Deserto: a Oficina de Deus



O deserto não é uma sazonalidade na vida, mas uma agenda divina, mais cedo, ou mais tarde, você entrará nele. Deserto é um lugar de conhecimento de Deus e também de auto-conhecimento. Expostos ao calor da vida, as intempéries do caminho, saberemos melhor de que substância somos feitos, nosso caráter será provado e ensinamentos maravilhosos nos serão acrescentados. A imensa maioria das pessoas vê o deserto com temor e foge dele. Elas imaginam que irão sucumbir frente aos enormes desafios de sobreviver. O deserto, contudo, é lugar de aperfeiçoamento, de prova, sim, mas de constatação da bondade e da fidelidade do Senhor. Jesus foi conduzido pelo Espírito Santo ao deserto, pois era necessário que ele se preparasse para aquilo que lhe estava reservado. Sim, no deserto Deus trabalha melhor as pessoas, pois nestas circunstâncias, elas estão mais sensíveis e quebrantadas. Você já atravessou desertos em sua vida? Quem sabe, neste momento, está passando por um? Então, esta mensagem é para você! Assista! 


 

14 maio 2015

Uma Geração que não Sabe Sorrir



Confesso que fiquei surpreso com uma crítica dura que recebi em um post que coloquei na minha time line numa rede social. Como se pode ver na imagem deste artigo, trata-se de um cartoon que se utiliza do bom humor para fazer uma denúncia. As figuras que aparecem no mesmo, como se sabe, não carecem de apresentação nem comentários...
Pois bem, por causa deste dito cujo, recebi a reprimenda de que estava fazendo pilhéria, algo de mau gosto, debochando, ridicularizando os pastores em destaque, que os profetas, ou os apóstolos – Paulo e Pedro – jamais fariam isto, que a denúncia era desmedida, etc., etc.

Ora, não é de hoje que sei que a mente religiosa, além de limitada, é violentamente condicionada pela moral de ocasião, um subproduto da cultura bíblica que, na esmagadora maioria dos casos, é irremediavelmente mal aplicada a contextos diversos da vida. Sim, a igreja neste tempo sofre, dentre outros, de dois males terríveis: ignorância doutrinária e analfabetismo histórico.

O grande mal da alienação que a religião produz é a amputação do indivíduo para a vida. A religião não suporta nada que não seja ligado a “fé”, que não se atenha as suas rotinas, credos e confissões. Para o religioso, arte, cultura, ciência, política, são temas exilados da existência, para nada aproveitam ao “homem-de-Deus”, são manifestações e conhecimentos inúteis que cabem, apenas, ao mundo caído e as suas dinâmicas próprias.

Este confinamento do saber às mídias de cunho espiritual, além de limitar o pensar do indivíduo, bitola-o de tal forma em sua consciência que ele se torna alguém impossibilitado de fazer abstrações, desenvolver um senso crítico, questionar algo ou mesmo se posicionar na contramão do sistema. O resultado é o que chamo de “crente em série”, um produto da igreja-fábrica que oferece a sociedade um sujeito obtuso, do ponto de vista da cultura, e intolerante, da perspectiva da fé.

A trágica realidade é que, a grande maioria das pessoas ligadas à religião, perdeu a capacidade de sorrir. Sim, é um contrassenso uma espiritualidade que, ao invés de tornar o indivíduo um ser melhor, faz dele uma aberração! Esta é uma geração que não consegue se alegrar com nada que não seja pregação ou culto do sagrado. Eles não conseguem rir de uma piada, nem admirar o nu de uma obra de arte, não podem assistir a uma dança popular ou falar sobre economia e política sem o viés da religião.

Eu usei o cartoon para fazer a denúncia – lembrando que este tipo de arte consegue alcançar uma enorme quantidade de pessoas – como poderia ter utilizado uma música do Ivan Lins, criticando o cerceamento da liberdade, ou uma obra de arte de Edvard Munch – como “O Grito” – para falar do desespero humano, ou uma poesia de Pier Paolo Pasolini, denunciando práticas sociais perversas. Eu não vivo numa gaiola, vivo numa sociedade plural!

Portanto, é bom lembrar que a bíblia não é o único canal da manifestação de Deus na história humana, pois a Graça Comum nos revela um Pai que faz com que seu amor alcance pessoas através de meios, não raro, totalmente inusitados e imponderáveis.

Sou um homem do mundo contemporâneo, não posso viver minha fé da mesma forma que Jeremias viveu. Os princípios de Deus são imutáveis, mas as dinâmicas da vida estão marcadas pelas características de cada tempo e da própria história humana debaixo do sol.

Os heróis da fé sempre serão, para nós, uma referência, mas eu preciso encontrar a forma certa para comunicar o Reino de Deus e a Salvação em Jesus para este tempo! Se assim não for, estou correndo o sério risco de afirmar que “Jesus Cristo é a solução”, mas sem saber quais são os problemas que afetam as pessoas neste dia chamado hoje.

© 2015 Carlos Moreira

13 maio 2015

Por que Acontecem Coisas Ruins com Pessoas Boas?

A esmagadora maioria das pessoas religiosas acredita que Deus tem obrigação de livrá-las do mal. Sim, a tragédia pode acontecer na vida do outro, nunca na dela. Desta perspectiva, a visita da fatalidade revela, ou que o indivíduo fez algo de errado, ou que está em dívida com a Fazenda Celestial – dízimos e ofertas – por isso, Deus está promovendo o acerto de contas. Esse tipo de espiritualidade nada mais é do que uma espécie de seguro de vida, onde o prestador do serviço tem a responsabilidade de impermeabilizar o cliente contra as intempéries dos dias. A verdade, todavia, é que é intrigante observar que coisas terríveis acontecem com pessoas boas! Sim, a calamidade parece não ter qualquer tipo de preconceito e também não seguir nenhum tipo de regra; quando menos se espera, ela chega como um tsunami e arrasa a existência. O que nós podemos fazer quando o dia sombrio chegar? Há esperança para alguém que foi duramente marcado por um mal súbito? Como explicar um Deus soberano que parece não controlar as coisas em seu próprio mundo? Assista esta mensagem e aprenda sobre como lidar com o imprevisível.

06 maio 2015

A Religião Muda Rotinas, o Evangelho Reinventa Pessoas

Há uma grande diferença entre ser feliz e ser perfeito. Na sociedade contemporânea, felicidade nada mais é do que a busca compulsiva por uma idealização de prazer grego, uma espécie de epicurismo remodelado. Contudo, a felicidade, conforme Jesus, é um Caminho que convida o indivíduo a experimentar matizes da existência que só se revelam quando todo o banquete da da vida é degustado, inclusive as perdas e dores. Sim, perder a vida, como muitos imaginam, não é trancar-se dentro de templos religiosos, levar uma vida asceta ou amordaçar a alma com práticas pseudo-piedosas. Perder a vida, conforme o Evangelho, é abrir-se a novas percepções, abdicar o banal, sair da trivialidade dos conceitos religiosos para experimentar uma overdose de liberdade e esperança. Quantos terminam seus dias sem terem usufruído valores que mudam o ser da gente? Tristemente, enormes potencialidades morrem represadas no indivíduo sem que ele, jamais, as tenha desenvolvido para a paz e o bem de cada dia. Quer ser feliz? Vem que eu te ensino como! E creia: você vai se surpreender... Assista e comprove!

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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