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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

16 setembro 2019

Vivendo com Contentamento na Sociedade que só quer Romper Limites

Você já se sentiu atraído por alguma proposta nas redes sociais que promete que você ia ganhar muita grana? Você já comprou algum curso online, desses gênios do marketing digital, ou participou de congressos de final de semana que prometem uma revolução em sua vida financeira? Olha, eu conheço gente séria, inteligente, com boa formação e bom emprego, que investiu algumas dezenas de mil reais com o objetivo de virar pelo avesso suas finanças. É uma tentação, ou não é? É possível resistir a isso? O mercado diz: “Suba no lugar mais alto!”; o Coach afirma: “Supere seus limites!”; o Escritor infere: “Vença os gigantes!”; o Influenciador Digital aconselha: “Não há limites para você!”. Num tempo onde é preciso sobreviver, onde só os melhores têm oportunidades, onde o emprego está desaparecendo e os robôs ocupando as vagas disponíveis, quem não quer ganhar grana com uma nova receita de bolo, com um novo mapa do tesouro, com uma fórmula de sucesso? Na sociedade do consumo, onde praticamente tudo pode ser comprado, quem não quer ter dinheiro para satisfazer apetites desmedidos e sonhos realescos? Qual é o motor que faz essa engrenagem funcionar, você já se perguntou? Vaidade? Ambição? Desejo de poder? Luxúria? Provavelmente, todas essas coisas e outras mais, como bem disse o apóstolo Tiago “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, que o atrai e seduz”. Bem, diante de um cenário tão complexo, há, de fato, questões a analisar: por exemplo, que tipo de tensões se instalam na alma do indivíduo que vive constantemente debaixo de pressões para se superar, para ir além do já alcançado, para galgar mais espaço? Será que isso faz bem a existência humana, uma relação conjugal sobrevive nesse contexto, filhos podem ser criados dessa forma, Deus pode ser buscado e pessoas podem ser cuidadas com algo assim ocupando sua agenda? Será que há um limite para as nossas realizações, um lugar onde se chegue no qual é possível dizer: “estou satisfeito”? Na sociedade das múltiplas possibilidades, seria bom estabelecer até onde se deve ir e quando é imprescindível parar? Você estaria disposto a ser uma pessoa comum, com uma vida comum, fazendo coisas comuns? Isso lhe satisfaria? Como disse o pensador: “O simples é o contrário do fácil”. Assista a mensagem!


 

09 setembro 2019

Como Quebrar Padrões Familiares Melhorando seus Pais em Você

Viver em família é algo desafiador. A bíblia sagrada está cheia de casos de famílias problemáticas, como a família de Davi e a do patriarca Jacó. Nas páginas do Velho Testamento é possível encontrar, no contexto familiar, tentativa de assassinato, incesto, adultério, estupro, traição, ódios diversos, inveja incontida, mentiras contumazes, ou seja, todos os matizes dos quais a vida é feita. Como pastor, aconselhando pessoas no contexto relacional, sou testemunha de como disfuncionalidades familiares são capazes de construir tragédias que desgraçam gerações. Eu vi, nestes últimos 33 anos, como feridas produzidas por avós, pais e irmãos são, por vezes, impossíveis de curar, aprofundam-se de tal forma na alma do indivíduo que acabam o tornando sequelado para a vida. Culturas familiares perversas são capazes de introjetar na psique do indivíduo paradigmas dificílimos de serem quebrados. Uma análise desse contexto nos coloca diante de questões relevantes, como por exemplo: reverberação de problemas familiares são carmas e maldições espirituais ou comportamento psico-existencial aprendido? Que tipo de influências se alinham para formar a espiral que estabelece a fenomenologia social, emocional e espiritual? Diante de tudo isso, fica, certamente, uma pergunta pivotal: será que é possível quebrar padrões familiares doentios pré-estabelecidos de tal forma que eles não mais se perpetuem nas gerações vindouras? Eu creio que sim. Como bem disse Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece”. Assista a mensagem!


 

02 setembro 2019

Sacrifício de Tolos: Quando a Ortodoxia Destrói a Fé

Eu tenho afirmado, recorrentemente, que todo fundamentalismo, seja político ou religioso, tem um vértice comum, que é a ideia de que só um lado possui a supremacia em todas as questões, motivo pelo qual não pode ser questionado. Corrobora comigo neste pensamento o filósofo inglês do século XX, Karl Popper, quando afirma “Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos”. A religião é capaz de produzir coisas imponderáveis. Boa parte das tragédias humanas, tiveram, como pano de fundo, motivações religiosas, sobretudo no ocidente cristão, e isso diz respeito não só a fenomenologia do coletivo, no macro-social, mas também nas questões ligadas ao âmbito do indivíduo, nas suas relações mais próximas, como o trabalho e a família. Nesse sentido, levando em consideração os meus 36 anos de caminhada na fé, eu poderia relatar, certamente, centenas, talvez milhares de situações em que vi pessoas fazerem coisas impensáveis em termos religiosos, insanidades imponderáveis, bizarrices, ações comportamentais fruto, na maioria das vezes, de um tipo de espiritualidade ortodoxa que acaba por se revelar profundamente adoecedora, o que denota que o indivíduo jamais teve qualquer compreensão do Espírito do Evangelho. Quantos eu vi sofrer por conta disso, alguns tiverem seus melhores anos inutilizados, fui testemunha de casamentos que involuíram por conta de crenças infundadas, assisti famílias inteiras adoecerem física e psiquicamente, com desdobramentos sobre seus descentes, encontrei gente sequelada com todo tipo de trauma, aleijados de alma, desequilibrados emocionais, pessoas que introjetaram no ser um personagem que surgia de dia, mas tendo de ir dormir com uma outra realidade a noite. Quando analiso de forma mais cuidadosa o fenômeno, percebo que muitas dessas pessoas foram vítimas de pastores perversos, de doutrinas insanas, outras tantos sofreram por conta de heranças generacionais e houve ainda os que foram soterrados pelas tradições familiares. Eu sei, como ministro do Evangelho, o quanto uma igreja pode ser algo bom na existência humana, sou testemunha de como é salutar uma comunidade de fé sadia, que promova a paz e o bem na vida, mas não posso negar, também, que ambientes religiosos são, por vezes, extremante adoecedores, pois a mais infame forma de marcar, negativamente, o caminho de alguém, é fazer o mal afirmando ser ele o bem, e tudo isso em nome de Deus. Assista a mensagem e aprenda a como não se tornar um radical em sua fé.


 

27 agosto 2019

Consolai os que Precisam de Consolo

Vivemos dias muito, muito sombrios. E pior... não vai melhorar, estamos rumando para o apocalipse, o desfecho se aproxima, o fim da raça humana é inexorável, está tudo na Escritura, na própria boca de Jesus, e como eu creio em tudo isso, olho para os fenômenos e discirno o que se passa, mantendo a boa confissão e a minha própria consciência no Evangelho. É o que me resta. Existir num mundo como o nosso é estarrecedor, é desanimador, vivemos num estado permanente de impotência, estamos sendo irresistivelmente achatados pelas pressões sociais, e o pior, é que muito pouco pode ser feito para mudar alguma coisa, lutamos contra adversários poderosos, alguns dos quais são marionetados por potestades espirituais, tornamo-nos, tragicamente, a geração do medo, do pavor, da insegurança, para onde olhamos existe caos, roubaram-nos toda a esperança, clamamos, mas não há quem escute, pedimos socorro, mas ele nunca chega. Diante de tudo isso, eu entendo a legião de gente deprimida, eu entendo o aumento assustador no número de suicídios, eu entendo o enorme contingente de pessoas deixando o país para lavar banheiro no primeiro mundo, eu entendo o fato dos laboratórios venderem tanto ansiolítico, eu entendo o fenômeno de crianças e adolescentes, moradores de favelas, surtando com síndrome do pânico, eu entendo executivos viciados em cocaína para suportar a realidade, eu entendo pastores se matando, eu entendo casais se separando aos milhões, eu entendo uma geração inteira de jovens mergulhados nas drogas, eu entendo a prostituição como fonte de renda, eu entendo a violência crescente como resposta a desigualdade social, eu entendo o esvaziamento das igrejas pela ineficiência da pregação. Mas é diante desta calamidade insofismável e inamovível, que eu quero fazer exatamente como o segundo Isaías, como profeta de Deus neste tempo eu quero lhe trazer algum consolo e alguma esperança. O segundo Isaías propôs, com a analogia do êxodo Hebreu que deixou o Egito para Canaã, um paralelo para a saída do povo da Babilônia para Jerusalém. Eu quero lhe propor a mesma coisa, a saída desta Babilônia na qual estamos vivendo, citada pelo apóstolo João no apocalipse, para a Nova Jerusalém que nos aguarda, um lugar celestial, uma nova sociedade, um novo modelo de civilização, uma nova dimensão existencial, a eternidade com o nosso Deus.


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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