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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

07 novembro 2017

Linha Cruzada: Quem Entrou no seu Caminho e Alterou sua História?

Não há coisa mais poderosa na vida e que é capaz de alterar o caminho de um homem ou uma mulher do que certos encontros humanos. Sim, há pessoas que, ao cruzarem o nosso caminho, produzem uma alteração, por vezes definitiva, da rota existencial que já estava previamente traçada. Como pastor, sou testemunha destes fatos, de como a entrada de alguém em nossas narrativas pessoais pode, por vezes, ser desastrosa, afetando nossas relações mais próximas, mudando nossa matriz de valores, podendo nos levar a tomar decisões precipitadas e que venham a produzir desdobramentos na área profissional e financeira. Já assisti o desastre que certos indivíduos proporcionaram na história de outros, de como o caminho de gente boa foi alterada para pior, em alguns casos, inclusive, de forma irreversível, o que gerou verdadeiras tragédias. Isso já aconteceu com você? Você acha que não há mais volta? Que não tem, mesmo se livrando de vínculos adoecidos que se estabeleceram, como voltar a ser a pessoa que você era antes? Assista esta mensagem e compreenda como se constrói a anatomia da tragédia neste tipo de situação. Previna-se!


 

01 novembro 2017

O Engano Religioso Cria a Fé no Deus-Diabo

Você sabe o que são Gárgulas? Trata-se de esculturas que eram colocadas na cobertura dos prédios, sobretudo aqueles em estilo gótico, justamente no encontro das calhas de drenagem das águas das chuvas. Serviam, na verdade, como um recurso arquitetônico e artístico, mas acabaram se projetando para muito além disso... Na idade média, as Gárgulas elas eram vistas como figuras demoníacas e monstruosas, em formato meio humano, meio animal e, segundo crenças antigas, foram colocadas nas Catedrais Cristãs para agir como uma espécie de amuleto para afastar o mal, como se fossem guardiãs da igreja com vistas a manter espíritos malignos à distância. Outra crendice atribuída as Gárgulas era a de que elas serviam como protetoras dos sacerdotes e dos crentes contra seres malignos que quisessem entrar no santuário, era uma tentativa de fazer medo ao demônio com seu próprio veneno. Talvez para nós, que fazemos parte da sociedade contemporânea, esse tipo de crença seja algo totalmente incompatível, ainda que não raras correntes religiosas trabalhem com elementos mágicos e místicos em suas liturgias e ofícios. Mas, há 10 séculos atrás, essas crenças eram sustentáveis, ainda que nos pareçam contraditórias. A questão é: como compreender a presença de demônios na fachada da igreja? Que tipo de fé pode suportar a convivência pacífica entre as imagens dos santos, do lado de dentro das catedrais, e de monstros, do lado de fora? Que tipo de espiritualidade bizarra é essa que faz as coisas de Deus se travestirem com a aparência daquilo que é atribuído ao diabo? Convenhamos, o mal não pode ser combatido com o próprio mal, nem as trevas com a escuridão! Não se expulsa Satanás em nome de Belzebu, nem se combate a maldição com o agouro! Mas o fato é que o engano religioso tem esse poder de produzir na vida das pessoas uma enorme contradição, ou seja, o indivíduo é levado a praticar um tipo de fé na qual Deus fica parecido com o diabo e onde as práticas realizadas em seu nome nada têm a ver com Jesus e com o Evangelho. Seu Deus se parece com quem? Essa é a questão que trataremos nessa mensagem. Assista!


 

05 outubro 2017

Brasil, Mostra a Tua Cara!

“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua Nação”. 2 Crônicas 7:14 Na semana em que a Exposição de Arte do Santander gerou mais protesto e revolta do que a denúncia do Procurador Geral da República sobre a organização criminosa da qual o Presidente da República faz parte, fica exposta uma questão inquietante: o que nos resta esperar da Nação Brasileira? Somos vítimas de nós mesmos, de séculos de exploração, de subserviências culturais históricas, de um sistema empresarial predatório que vem desde a Colônia, das eternas convalescências no sistema de educação, de uma classe política promíscua e a serviço das grandes fortunas, de uma democracia mantida artificialmente, que manifesta uma retórica na Constituição e uma prática social perversa, que só fez produzir entorpecimento de mente e coração, desigualdade e injustiça. Diante da falência absoluta da moral, dos bons costumes, da ética, dos valores mínimos necessários a uma sociedade funcionar e sobreviver, cabe-nos questionar: onde está a Igreja de Jesus Cristo diante desta situação? O que ela tem a dizer? Quem são seus representantes? Que legitimidade possui? Como a população enxerga seu papel e seu valor diante das crises? Diz a Escritura, que sem arrependimento não há misericórdia. Sim, sem confissão de culpa e quebrantamento, Deus não se move a favor de ninguém, entrega-nos a nós mesmos, silencia em profunda tristeza, permite que “devoradores” entrem na cena da existência humana para destruir aquilo que ainda está de pé. Por isso, na história de Israel, o profetismo foi tão significativo, pois o confronto dos reis – em sua representação política – e dos sacerdotes – em sua representação religiosa, não podia ser negligenciado, sob pena de extermínio na Nação. Olho para este cenário e choro diante da falta de quem possa representar a voz de Deus. Estamos diante da mesma realidade de Isaías, quando o Senhor exclamou: “A quem enviarei? Quem há de ir por nós?”. Assista a mensagem!


 

03 outubro 2017

Marionetes Humanas: Quando os Deuses Manipulam as Pessoas

“Não há povo tão bárbaro, tão primitivo, que não admita a existência de Deus ou um deus ou vários deuses, ainda que se engane sobre sua natureza.” Cìcero, filósofo romano do século I a.C. Quando estudamos sobre a história das religiões na civilização humana, percebemos como a crença de que os deuses determinam o destino das pessoas – tanto lhes fazendo o bem quanto o mal – é algo presente na fenomenologia da fé. Desde o Egito antigo até os nossos dias, a medida em que a razão humana destruía os mitos divinizados, outros deuses surgiam em seu lugar, pois a necessidade de crer num ser transcendente é algo intrínseco ao ser humano. Foi assim que as divindades cananeias, ligadas a agricultura, foram sendo substituídas pelos deuses assírios-babilônicos voltados para a guerra. Em seguida, divindades persas habitando camadas espirituais e os mitos gregos em forma de monstros foram sucumbindo as descobertas da física, da matemática e da filosóficas a partir do século III a.C. Surgia, assim, o panteão dos deuses greco-romanos, onde houve hibridização entre o divino e o humano. Na idade média, o cristianismo dominou boa parte do mundo civilizado, mas a revolução industrial e científica do século XVI, associada ao iluminismo, fez com que a crença em um mundo teocêntrico fosse, paulatinamente, eliminada, preparando o caminho para o que vemos agora na idade contemporânea, que é o surgimento de um novo deus, criado pelo homem, capaz de satisfazer suas demandas e prover respostas às suas questões: a inteligência artificial. Em todas estas etapas do desenvolvimento humano, contudo, o que temos em comum é a crença de que deuses e demônios interferem em nosso destino e mexem com nossa vida. A eles são atribuídas nossas conquistas e tragédias, o bem e o mal que nos sucede debaixo do sol, o que nos torna, irremediavelmente, marionetes nas mãos de seres metafísicos, peões indefesos no tabuleiro da vida, peças de joguete manipuladas pelo humor de seres que habitam outras dimensões. Você sente isso? Acredita que o que lhe sucede de bom na vida é a premiação de Deus, ou de forças do bem, e o que lhe ocorre de ruim é castigo e punição dos demônios, ou das forças do mal? Em seu maniqueísmo, você perdeu sua autonomia de ser, tornou-se apenas um pirilampo sendo marionetado pelas forças que existem nos multiversos do cosmo? Assista e mensagem e torne-se livre pelo poder de Jesus!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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