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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

28 abril 2015

Uniões que Mudam a Essência da Gente

Uniões são capazes de nos alterar, tanto para o bem, quanto para o mal. Permitir que alguém entre em nossa vida significa receber não só quem ele é, do ponto de vista social, mas abraçar, conjuntamente, aquilo que a pessoa carrega no ser – sua história existencial, familiar, os condicionamentos, as heranças emocionais, o seu psiquismo, ou seja, tudo o que está depositado na alma do indivíduo. Relacionamentos liberam forças poderosas e são capazes de mudar a nossa essência, alterar nosso interior, atingir nosso espírito. Por isso, não raras vezes, nos deparamos com pessoas que, ao simbiotizarem seu espírito com o espírito de um outro, acabam tornando-se irreconhecíveis em relação a quem um dia foram. Quem foi que você permitiu que entrasse em sua vida e alterasse quem você é? Discernir é preciso, pois torna-se mister que tudo o que veio a nos possuir contra nossa vontade, seja tirado de nós pelo poder do Espírito e da Palavra! Assista esta mensagem e discirna, você mesmo, as relações que alteram a vida da gente.

 

23 abril 2015

Quando a Alma Implode Dentro da Gente

Definitivamente, não fomos criados para conviver com as pressões do tempo presente. Somos a sociedade do pânico, somos a geração dos deprimidos, daqueles que, pelas circunstâncias, se tornaram sanduíche de gente. Quais são os mecanismos que mais adoecem as pessoas? Quais circunstâncias são, potencialmente, mais indutoras de distúrbios emocionais e transtornos na alma? O que pode ser feito, preventivamente, para combater o mal deste século? Assista esta mensagem e aprenda como recuperar sua alma das dores sofridas na vida.


 

15 abril 2015

Exortar é Preciso


Sempre encontro gente mais santa do que Jesus. Aqui, ali, vejo surgirem novos doutores da lei com uma diferença: eles são muito ruins de argumento, são frágeis de conhecimento e insipientes em sua fé. Nestes últimos tempos, sofro ataques sistemáticos, alguns com agressões horrorosas, porque sempre tenho chamado a igreja a reflexão e ao confronto. Sim, eles me dizem que não se deve “bater” na igreja, que não podemos expor a igreja, que não devemos mostrar as pessoas os equívocos da igreja. 

Fico intrigado com a postura... No fundo, é a hipocrisia reinante, pois é melhor deixar que a igreja apodreça, com práticas perversas, do que chamá-la a luz e a Verdade. Vamos escondendo o lixo embaixo do tapete, pois não queremos escandalizar a Deus. Ora, os profetas e apóstolos estão aí para nos provar que Deus nunca se preocupou com estas coisas. Senão, vejamos...

Se houvesse o mínimo de conhecimento bíblico, a questão já estaria por si só, resolvida. Vocês acham que não se deve exortar a igreja? Bem, lembremos, então, de Paulo, o apóstolo, que exortou a igreja de Jerusalém declarando que havia entre seus líderes um espírito clericalista, além de fortes resquícios do judaísmo.

O mesmo Paulo chamou a igreja de Corinto de carnal e infantil e isso em função de práticas bizarras presentes entre eles. As duas cartas que escreveu  para os irmãos, não foram motivo de alegria, mas de tristeza pela severidade das críticas.

Na sequência, Paulo fez uma incisiva advertência contra a igreja que se reunia na Galácia, onde ele chamou os irmãos de insensatos, uma vez que eles voltavam as velhas práticas do judaísmo.

Não satisfeito, Paulo confrontou duramente os irmãos da igreja em Colossos, pois estavam infiltradas entre eles doutrinas gnósticas, além da guarda de cerimônias judaicas, o que levou o apóstolo a exortá-los afirmando que a fé deles era insipiente.

O autor da carta aos Hebreus – que pode ter sido Paulo – também exortou àquela igreja afirmando que a fé deles era de epiderme, pois quando deviam ser mestres, tinham necessidade de voltar aos rudimentos da fé e da doutrina. 

Contudo, alguém poderá dizer que isso foi Paulo, que era homem, como nós. Então, vamos a Jesus, que no apocalipse de João, exortou 6 das 7 igrejas as quais as cartas foram enviadas, e tudo isso a partir do capítulo 2.

A igreja de Éfeso, ele disse que deveria se arrepender, pois ela, pelo zelo e pela ortodoxia, havia se esquecido da devoção do coração.

A igreja de Pérgamo, falou da imoralidade reinante e foi duro quanto à necessidade de arrependimento.

A igreja de Tiatira, vociferou que ela sofria de problema semelhante, e exortou contra a imoralidade e o adultério.

A igreja de Sardes, o Senhor disse que ela era performática, que pensava que está viva, mas estava morta.

A igreja de Laodicéia, advertiu contra a religião que evita o desgaste e o confronto, a fé que nem é quente nem fria, mas se afirma politicamente correta. Foi tão duro nesse caso, que disse que a igreja estava cega, pobre e nua.

Bem, se depois de tudo isso ainda existem aqueles que acham que não se deve confrontar a igreja em seus equívocos e pecados, e que quem faz isso é um louco verborrágico, afirmem conjuntamente que vocês seguem um outro Evangelho, mas não o Evangelho de Jesus, o Cristo de Deus! 

© 2015 Carlos F. S. Moreira​

14 abril 2015

A Igreja e a Terceirização do Evangelho

Terceirizar significa delegar a outro algo que deveria ser feito por você mesmo. Em se tratando da fé, acontece quando práticas essenciais e inegociáveis começam a ser alteradas e manipuladas com vistas a se atingir resultados que atendam a interesses escusos. A verdade é que a igreja neste tempo não é, nem de longe, àquilo que o Senhor disse que ela deveria ser. A mensagem está adulterada, o cuidado com o outro, relegado, a solidariedade aos pobres, descartada, a adoração, foi diluída com modismos e a sã doutrina, sofreu alquimia e adição de sofismas perversos. A tristeza maior é que muitos pastores e mestres são cúmplices nisto tudo e o povo, que não discerne absolutamente nada, submete-se a todo tipo de manipulação e engano. Assista esta mensagem e comprove o que, de fato, não pode ser substituído na fé.

 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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