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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

09 julho 2016

Pescadores de Homens ou de Peixes? O que Faço com Minha Profissão?

Tenho encontrado muitas pessoas vivendo frustradas ou, no mínimo, desorientadas, em relação as suas profissões. Muitas delas foram iludidas pelo engodo de exercer alguma atividade econômica que viabilizaria, em tempo recorde, o sucesso fácil, outras acabaram por fazer o que não tinham qualquer vocação, pois visavam apenas rentabilidade e segurança, e há ainda os que não sabem, sequer, o que fazer, estão perdidos entre cursos trancados e a busca de novas opções. Num mercado altamente competitivo, errar o alvo significa perder anos preciosos de experiência, tempo que será necessário para prover as bases de uma carreira bem sucedida, a qual possa viabilizar os sonhos de todo trabalhador. Por outro lado, percebo também a falta de entendimento da esmagadora maioria sobre como exercer sua atividade econômica levando em consideração os desafios do Evangelho. Sim, vida espiritual tem tudo a ver com vida profissional, um influencia diretamente o outro! Mais, afinal, você foi chamado para pescar peixes ou para pescar homens? Como projetar uma carreira de sucesso sem cair no modismo nem transgredir valores e princípios do Reino? Como posso me destacar num mercado tão seletivo; Deus pode me ajudar nisso? Assista a mensagem e aprenda o que fazer!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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