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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.
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12 setembro 2011

A Diferença entre Conhecer o Caminho e Caminhar por Ele





Assista a mensagem "A Diferença que Há Entre Conhecer o Caminho e Caminhar por Ele". "Nunca ande pelo caminho traçado, pois ele conduz somente até onde os outros já foram". Graham Bell. Aprendi na vida que há uma grande diferença entre você conhecer o caminho e caminhar por ele. Você está pronto para fazer o caminho de Deus na Terra? Você está disposto a abrir mão do seu caminho para tirlhar o dele? Aprenda nesta mensagem o que significa caminhar no caminho. Clique no link acima "Mens. em Vídeo" e veja a mensagem completa.


22 agosto 2011

Em Extinção

Assista a mensagem de Vídeo "Em Extinção". Clique na barra de menu na opção "Mens. em Vídeo".

Sinopse:
Que o mundo ruma para um colapso, todos nós sabemos. O planeta está exaurido, dando sinais claros de sua incapacidade de suportar o "apetite" humano. Em pouco tempo, muito do que conhecemos hoje estará extinto. Mas, o que fazer quando homens e mulheres de Deus desaparecem do cenário da existência? Estarão em extinção aqueles que nos fazem sonhar, que nos alentam poeticamente e nos confrontam profeticamente? Aprenda nesta mensagem como se forjam Homens e Mulheres de Deus.

07 janeiro 2011

Quer Trocar?



Trocam-se lâmpadas novas por lâmpadas velhas!”. Você já ouviu esta frase? Ela faz parte do conto Aladim e a Lâmpada Maravilhosa, que está contido na coletânea de livros e estórias das Mil e uma Noites, preservadas na tradição oral dos povos da Pérsia e da Índia.

Aladim, um jovem chinês, órfão de pai, pobre, vivia a vagabundear pelas ruas. Um dia, um mago africano chegou de um distante reino e passou a observá-lo. Com uma estória falsa, ele foi solicitado a apanhar uma lâmpada velha, abandonada em um jardim, sob o pretexto de ficar rico e poderoso. Entusiasmado com a idéia, cumpriu a missão, mas foi abandonado na caverna escura porque se negou a entregar a lâmpada ao mágico antes de ser puxado para fora.

Desesperado, durante dias procurou sem sucesso uma saída. Entretanto, acidentalmente, acabou esfregando a lâmpada e, surpreendentemente, um gênio lhe apareceu. Ele era capaz de realizar todo e qualquer desejo para o seu possuidor. E foi assim que Aladim tornou-se um homem poderoso, rico, casou-se com a filha do sultão e passou a morar no palácio.

Após algum tempo, sabedor do sucesso de Aladim, o mágico retornou a China. As portas do palácio, disfarçado de vendedor ambulante, começou a anunciar em alta voz: “trocam-se lâmpadas novas por lâmpadas velhas!”. A princesa, que desconhecia o segredo, achou aquela uma ótima oportunidade. Assim, trocou a lâmpada mágica por uma lâmpada nova, mas que não tinha poder algum. Imediatamente o mago acionou o gênio e ordenou-lhe que levasse o palácio com a princesa para terras distantes, deixando Aladim atônito, desesperado e sem absolutamente nada!

Tenho observado os dias em que vivemos, esta sociedade consumista, materialista que, cada vez mais, alimenta-se através da troca de coisas. Troca-se um casamento velho por um novo; uma profissão velha por uma mais rentável; um amigo velho por um outro que “abra” um novo network. É uma questão de oportunidade! No fundo, tudo que nos cerca perdeu o seu valor absoluto. O que importa agora é o que é relativo e como este relativismo pode nos atender.

Por isso é possível trocar caráter por jeitinho, amor por estabilidade, fidelidade por prazer, honestidade por comodidades, compromisso por omissão, troca-se tudo por qualquer coisa desde que se possa ganhar algo com isto. Até mesmo porque, quem pode prever o que uma boa negociação trará de benefícios? Não seria absurdo trocar um Deus antiquado, com princípios e valores “superados”, por outro moderno, tipo “gênio da lâmpada”, que nos assegurasse benefícios e vantagens aqui, agora, e isso sem precisarmos esperar pela eternidade, se é que ela existe? Como assim? Você já trocou?!      

Alguma nação já trocou os seus deuses? E eles nem sequer são deuses! Mas o meu povo trocou a sua Glória por deuses inúteis. O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água”. Jr 2:11 e 13. Pois é, já dizia George Courteline: “É mais fácil trocar de religião do que de café”.

A denúncia do profeta Jeremias poderia estar estampada no jornal de qualquer denominação cristã: das Histórias e Reformadas, as Pentecostais e Neopentecostais, passando, até mesmo, pela Igreja Católica; qualquer uma! Abandonamos a Deus, seus valores, seus princípios, sua ética, e trocamos tudo isto por um “prato de lentilhas”, por um estilo de vida mais “adequado” ao século XXI, mas adaptável às nossas necessidades e demandas. Assim, sincretizamo-nos com práticas das mais perversas, destruímos, em benefício próprio, a sã doutrina, agimos de forma reprovável e, cinicamente, fazemos como fez o povo de Israel dizendo: “por que nos ameaça o Senhor com todo este grande mal? Qual é a nossa iniqüidade, qual é o nosso pecado, que cometemos contra o nosso Deus?” Jr. 16:10

Abandonamos a fonte de água viva, que é Jesus – “vinde a mim e bebei” – a sua Palavra, o seu Espírito, o seu Evangelho, e passamos a beber água suja, armazenada em cisternas construídas por mãos humanas, cisternas que não podem reter o que trás a paz e faz o bem porque rompem-se, deixam vazar seu conteúdo, pois suas águas estão apodrecidas.

Por isso sucede-nos o que também se sucedeu ao povo de Israel: “agora, por que você vai ao Egito para beber água do Nilo? E por que vai à Assíria para beber água do Eufrates?”. Jr. 2:18. Temos de beber a água do “Egito”, que simboliza o mundo e seu sistema perverso, bebemos de seus valores distorcidos e nem nos apercebemos que eles estão nos matando, destruindo nossas famílias, vamos a “Assíria”, beber das fontes do paganismo, e assim nos apropriamos de “fogo estranho”, porque as fontes da vida que nos supriam secaram-se, esvaziaram-se, tornaram-se indisponíveis. 

Nunca foi tão fácil, em termos da sociedade humana, realizar trocas como em nossos dias. Podemos trocar tudo! O ferro de engomar quebrou, troca-se; o mouse do computador quebrou, troca-se; o carro está quebrado, troca-se; não está feliz no apartamento atual, troca-se; a faculdade é distante, troca-se; não está realizado no emprego, troca-se; o casamento está monótono, troca-se; a igreja não tem programas que te agradam, troca-se; o pastor é muito firme, troca-se; Deus não te atende, troca-se. O importante é você estar feliz! Por isso, vá trocando tudo até encontrar algo que lhe agrade!

É a cultura do descartável. Começa-se trocando coisas; depois, trocam-se valores; em seguida, princípios e, por fim, pessoas. Aí instaura-se em nossa consciência um mecanismos perverso que nos leva a amarmos as coisas e usarmos as pessoas. Saímos trocando, como se a vida tivesse se tornado um grande mercado público e tudo pudesse ser “comercializado”, não há limites nem restrições, não há regras, nem ética, nem nada, apenas a necessidade de se saciar o apetite da alma e de suas paixões.

Às vezes fico imaginando se Deus nos tratasse na mesma moeda. Já pensou se houvesse um jornal no céu, “A Tribuna Divina”?!. Como sereia abrir de manhã cedo a seção dos classificados e encontrar, com letras garrafais, o seguinte anúncio: Deus Troca! E abaixo, as ofertas...

"Troca-se um fulano que quer fazer por um outro que queira ser; a fulana maldizente por uma que seja adoradora; a cicrana fofoqueira por uma apaziguadora; um marido infiel por um que seja leal; um colaborador esporádico por um dizimista responsável; um atarefado por um comprometido; um legalista por alguém cheio da graça; uma boca suja pela língua de um salmista; ativistas por gente que ora; uma igreja com donos por uma em que Eu possa mandar; “apóstolos”, “bispos”, “patriarcas”, “evangelistas”, “missionários” e outras “entidades metafísicas” por gente humilde, simples, comprometida apenas com o ensino, o pastoreio e a profecia".

Apenas uma pergunta: Você trocaria?...

Carlos Moreira


10 novembro 2010

Quando é Preciso uma Segunda Chance

Recentemente, lendo uma crônica de Luiz Fernando Veríssimo, onde ele descreve, com sua habilidade e ironia peculiar, as frustrações que experimentamos diante das inúmeras alternativas e possibilidades que temos na vida, senti uma imensa nostalgia me invadir o ser. É que Veríssimo escreve que freqüentemente as pessoas se perguntam, com uma forte dose de recalque: "por que não aceitei aquele convite? Por que não mudei para aquela cidade? Por que não fiz vestibular para medicina? Por que não casei com aquela pessoa?".


A boa leitura me fez pensar e considerar o quanto a vida é fragmentada, rompida, por causa de decepções e desilusões que sofremos. Ao lamentar as escolhas erradas, as oportunidades perdidas, as experiências que tivemos ou as que evitamos ter, criamos uma ruptura em nossa história e deixamos nascer um processo descontinuado em nossas narrativas pessoais que acaba, por fim, comprometendo nosso crescimento e amadurecimento.

Como pastor observo que a escuta “terapêutica”, por vezes, se torna um depósito de amarguras e frustrações. As traições, os abusos, os abandonos, as escolhas erradas, as mentiras, e muitos outros aspectos fazem adoecer a alma e criam em nós feridas expostas, profundas. Se fosse possível, eliminaríamos em definitivo do livro da nossa história tais episódios. Mas a trajetória de cada um é escrita com todos os matizes possíveis, pois eles estão presentes no caminhar da existência. Ignorá-los, ou tentar apagá-los, não fará deles uma realidade menos presente. O fato é que a vida é feita mais de derrotas do que de vitórias! Quem já não sofreu uma derrota? Quem já não se viu vencido por uma circunstância, por um problema, por uma crise, pelo pecado? O poeta diz que “quem na vida não sofreu, passou pela vida e não viveu”.

E você? Já sofreu perdas na vida? Já beijou a lona? Já “quebrou na emenda e estourou no pito”? Já foi visitado pelo fracasso? Gosto muito da frase de Thomas Watson “o caminho para o sucesso é dobrar a taxa de erros”. Eu acredito que todos nós precisamos, sempre, de uma outra oportunidade. Alguns precisarão até de mais; uma terceira, ou uma quarta... Às vezes isso é possível; às vezes, não... Mas aqui quero tratar da possibilidade de se refazer algo que foi construído de forma equivocada. Quantos não gostariam de uma nova chance na profissão, ou uma nova oportunidade no amor, ou a possibilidade de recuperar um determinado tempo perdido, ou concertar um erro grave, uma ofensa dita, uma desavença feita, uma palavra dura, sarcástica, que teve o poder de marcar a história de alguém. Quem não gostaria de ter uma segunda chance?

"Vocês são os chefes das famílias levitas; vocês e seus companheiros levitas deverão consagrar-se e levar a arca do Senhor, o Deus de Israel, para o local que preparei para ela. Pelo fato de vocês não terem carregado a arca na primeira vez, a ira do Senhor nosso Deus causou destruição entre nós. Nós não o tínhamos consultado sobre como proceder". 1ª. Cr. 15:13.

Este episódio, relatado no livro de 1a Crônicas, é suigeneris. Ele é o desdobramento do que aconteceu no capítulo 13, quando Davi, após a morte de Saul, assume o Reino de Israel. O texto do capítulo 13 nos mostra um Davi determinado, com uma visão clara daquilo que precisava ser feito. Seu primeiro ato como governante era “trazer a arca da aliança e colocá-la em Jerusalém, pois, nos dias de Saul, não nos valemos dela”. A decisão de Davi não era política, econômica, social, institucional, mas religiosa. Era a afirmação de que, sem a shekinah de Deus – sem a Sua presença – que era o arquétipo significativo daquele artefato, nada poderia ser feito, nada seria levado a bom termo. Em outras palavras, Davi estava dizendo a nação, ou nós entronizamos Deus em nosso meio, e damos a Ele o lugar de honra que Ele merece, ou morreremos como morreram Saul de Jônatas nas mãos dos Filisteus.

A idéia parecia ser divina! E Davi não perdeu tempo. Mandou que se adornasse um carro de boi novo, e que a arca fosse trazida da casa do sacerdote Abinadabe para ser posta em Jerusalém. O Rei vinha à frente do “comboio”, dançando e celebrando diante do Senhor, e o povo vinha em seguida, com alaúdes, tamborins e outros instrumentos musicais. Finalmente, como um andor de procissão, vinham “escoltando” a arca dois sacerdotes, Uzá e Aió. Tudo parecia estar sendo feito de maneira magnífica, da melhor forma possível, com o melhor do coração de cada um. Mas, diz o texto, que quando eles chegaram à eira de Quidom, os bois tropeçaram e Uzá pôs à mão a arca para sustentá-la, pois ela ameaçava cair. Imediatamente a ira de Deus se acendeu e ele foi fulminado ali mesmo, morrendo instantaneamente.

Davi ficou obviamente chocado com tudo aquilo... Imagino sua inquietação, suas indagações. “Ora, eu quero fazer algo bom, quero honrar a Deus, quero trazer a arca para Jerusalém, e me acontece uma desgraça dessa”. Sua aflição era legítima! Seu desconforto era genuíno! E ele encerra este episódio com uma colocação inquietante: “como trarei a mim a arca de Deus?”.

Hoje eu entendo melhor o que aconteceu com Davi... Nem sempre boas intenções, “um carro de boi novo”, “homens do sagrado” na condução de tarefas, o povo batendo palmas, dançando, celebrando, é a garantia de que Deus está aprovando aquilo. No caso em questão, Deus havia abominado. Nem sempre decisões “sensatas” são o “caminho de Deus”. Nem sempre escolhas “racionais” são o “caminho de Deus”. Nem sempre “boas motivações” representa o fato de Deus aprovar algo”. Já dizia o profeta Isaías “os meus caminhos não são os vossos caminhos, os meus pensamentos, não são os vossos pensamentos”.

Alguns anos se passaram... Davi teve tempo para meditar em tudo o que houvera. Ele viu, por exemplo, que a arca não podia ser levada num carro de boi, mas apenas nos ombros dos levitas. Percebeu que antes de qualquer empreitada daquele tipo era necessário haver consagração, santificação, pois não se tratava de um evento “midiático”, não precisava de show gospel, de trio elétrico, de pirotecnia, de catarse da multidão, de propaganda de televisão, mas apenas de corações contritos e quebrantados.

O texto que apontei acima trata da segunda tentativa de Davi de trazer a arca para Jerusalém. Me parece que o fracasso advindo da primeira empreitada e alguns anos de ponderações e reflexão ajudaram o mavioso salmista de Israel a fazer, desta feita, a coisa certa. Ele foi examinar o que dizia a “lei de Moisés”, mandou o povo consagrar-se, colocou a arca aos ombros dos levitas e, por fim, da maneira de Deus, e não da sua maneira, conseguiu conduzi-la até Jerusalém.

Nem sempre o que Deus abençoa, Ele aprova. Já vi diversas vezes coisas acontecerem em nome de Deus, pessoas serem curadas, cheias do Espírito Santo, renovadas, libertas e, ainda assim, sei que Deus não estava aprovando a maneira como aquilo estava sendo realizado, sobretudo por causa da forma como as pessoas estavam fazendo. Mas, saiba-se em toda a Terra: “a Palavra de Deus nunca volta vazia”. Se as pedras clamarem, e isto for um ato de Deus, pessoas certamente serão salvas!

Sei que todos nós precisamos de uma segunda chance. Davi teve a sua. Eu preciso da minha. Talvez você também. Nem sempre boas intenções revelam a vontade de Deus. Nunca “revelações”, “estratégias”, “planos mirabolantes”, ou qualquer outra coisa tornará Deus refém de algo que queiramos fazer sem que isto esteja em Seus propósitos. Nós gostamos de coisas espalhafatosas, mas Deus não é performático; Ele é simples, manso e humilde de coração.

Eu não sei quais são os seus dramas. Conheço bem os meus. Gostaria de, em muitas coisas na minha vida, ter tido uma segunda chance. Não sei se ela será possível, mas, se for, agarrarei a oportunidade com todas as minhas forças. Digo isto em função do que aprendi com Winston Churchill de que “um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; mas um otimista vê uma oportunidade em cada dificuldade”. Espero, de todo o meu coração, que você também possa ter a sua...



Carlos Moreira

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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