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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

16 abril 2012

De Quem é Essa Cruz?


Assista a Mensagem "De Quem é Essa Cruz?", postada logo abaixo. Veja a Sinopse a seguir:


"O mundo é de quem não sente. A condição essencial para ser um homem prático é a ausência de sensibilidade". Fernando Pessoa. Estamos vivendo na sociedade do descaso, da frieza, dos descartáveis, dos recicláveis. Não há nada duradouro em nosso meio, tudo é feito para durar pouco, ser substituído. Por isso as relações são superficiais, os amores são banais, as amizades são triviais.


Nesse “jogo de empurra”, o problema do outro não me diz respeito, ou como fala a canção: “tô nem aí!”. Mas a questão é a seguinte: como experimentar as dinâmicas do Evangelho sem doação, sem negação, sem renúncia, sem abnegação, sem sacrifício? A partir da análise dos últimos momentos de Jesus, vamos observar que as pessoas que se encontram naquela multidão são arquetípicas, ou seja, se projetam das ruas apertadas de Jerusalém para as muitas cenas do cotidiano da existência humana.


Mas a pergunta central, olhando para aquela cena, é: “De Quem é Essa Cruz?”. Para respondê-la, com todas as suas implicações, você terá de se deparar com a possibilidade de, mesmo sem perceber, ter se tornado um dos personagens que estavam naquela sexta-feira assistindo a morte de Jesus.



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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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