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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

13 maio 2015

Por que Acontecem Coisas Ruins com Pessoas Boas?

A esmagadora maioria das pessoas religiosas acredita que Deus tem obrigação de livrá-las do mal. Sim, a tragédia pode acontecer na vida do outro, nunca na dela. Desta perspectiva, a visita da fatalidade revela, ou que o indivíduo fez algo de errado, ou que está em dívida com a Fazenda Celestial – dízimos e ofertas – por isso, Deus está promovendo o acerto de contas. Esse tipo de espiritualidade nada mais é do que uma espécie de seguro de vida, onde o prestador do serviço tem a responsabilidade de impermeabilizar o cliente contra as intempéries dos dias. A verdade, todavia, é que é intrigante observar que coisas terríveis acontecem com pessoas boas! Sim, a calamidade parece não ter qualquer tipo de preconceito e também não seguir nenhum tipo de regra; quando menos se espera, ela chega como um tsunami e arrasa a existência. O que nós podemos fazer quando o dia sombrio chegar? Há esperança para alguém que foi duramente marcado por um mal súbito? Como explicar um Deus soberano que parece não controlar as coisas em seu próprio mundo? Assista esta mensagem e aprenda sobre como lidar com o imprevisível.

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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