Pesquisar Neste blog

Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

06 julho 2015

Financie sua Alma e Pague os Juros com a Vida

Em tempos de moratória internacional, endividamento empresarial e mercado em crise, fico impressionado mesmo é com aqueles que, para bancar as demandas de uma alma aflita e compulsiva, financiam supérfluos com juros escorchantes, asfixiam o coração com a agiotagem da própria vida. Desgraçadamente, eles pagam o passivo do ser com a falta de alternativas na existência. Não paro de ouvir e atender pessoas amputadas em suas emoções, fastiosas de esperança, sequestradas por circunstâncias perversas criadas a partir de escolhas dramáticas, impulsos produzidos por ambições e pela tirania da felicidade. Assisto estupefato indivíduos sendo empurrados para fazer o imponderável, desde que isso produza algum tipo de prazer. É, na realidade, o culto ao capricho, a divinização das coisas, a banalização do sacrifício feito no altar das conveniências, a impermanência de tudo o que é duradouro pela imposição do imediato. Sim, são essas coisas que nos roubam a possibilidade de amar e de viver o bem de cada dia com pacificação e alegria. Como você está enfrentando este tempo? No que repousa sua confiança? Quais são suas prioridades na vida? São questões complexas e desafiadoras que eu quero analisar, junto com você, neste mensagem.
 

Por que Congregar?




Eu congrego, porque eu preciso.

É simples assim, sem cobranças, sem reprimendas, sem leis ou imposições. Não se trata também, de uma demanda da agenda da religião, nem de uma compulsão culposa que tenta suprir a outros com os dons que o espírito me concedeu. Não é obrigação ministerial, que almeja galardão no futuro, ou sacrifício pseudônimo piedoso que busca uma santidade forçada.

Eu congrego, porque preciso, porque aceito o ajuntamento que nos torna família, gente distante, e comunidade de iguais, os diferentes. Congregar é juntar corações para desfrutar a multiforme sabedoria de Deus, é unir consciências entorno do nome de Jesus e da causa do evangelho.

Eu congrego porque escolhi, um dia e um lugar para adorar com os que creem igual a mim, porque tenho alegria em partir o pão conjuntamente e reverência em celebrar o perdão generoso que me alcançou como graça inestimável.

Eu congrego porque gosto de gente, de abraços, de sorrir, de poder servir o meu semelhante de forma qualificada, congrego para fazer da vida uma oferta e da oferta uma ação consciente e solidária da minha fé, a qual precisa se materializar em ações concretas.

Sim, eu preciso congregar para fazer parte de algo, para ser corpo e não membro amputado, para abençoar e ser abençoado, para amar e ser amado. Eu congrego não só porque as escrituras afirmam que devo fazer isso, mas sobre tudo porque não quero ser um errante andando sozinho num tempo onde não a amor para se compartilhar.

E assim, para mim, é melhor serem muitos do que um só, pois onde há comunhão e generosidade de espirito, ali, certamente há a presença do Senhor.


Carlos Moreira

01 julho 2015

Restart: Reconfigurando sua Humanidade Perdida

“Homem é o que sois, não máquina”. A frase de Chaplin rasga como bisturi e expõe com precisão o drama deste tempo. Estamos num processo de desumanização acelerado, involuímos tão dramaticamente que é aterrorizante não termos nos apercebido. A revolução industrial, que encheu de esperanças visionários, serializou, juntamente com as coisas, as pessoas. Tornamo-nos massificados, perdemos toda singularidade, somos o homem commoditizado. O desenvolvimento da ciência, por outro lado, ao invés de produzir equilíbrio e justiça, criou multidões de excluídos, aprofundou misérias. A verdade é que o século XX sepultou as últimas ideologias, até a religião foi a óbito. O socialismo fez do homem uma peça numa engrenagem e o capitalismo criou o indivíduo que só enxerga a si mesmo, um consumidor compulsivo que explora não só o seu igual, mas os derradeiros recursos de um planeta agonizante. A Escritura nos afirma que, nos últimos dias, a vida seria mesmo assim, insuportável, pois o amor se afastaria, definitivamente, dos homens. Há, todavia, esperança para aquele que deseja ser reinventado a partir da morte de si mesmo. A ressurreição de Jesus abriu a única possibilidade de sermos ressignificados a semelhança dEle, com um novo coração, tendo enxertada uma nova consciência no ser. Assista e comprove, emocione-se nesta instigante mensagem!


26 junho 2015

Desplugados: a Perda de Conexões na Igreja

Uma expressão que vemos com muita frequência no Novo Testamento é “Uns aos Outros”. Ela revela a necessidade do encontro, das trocas relacionais na comunidade de fé. Jesus tratou deste tema quando falou sobre a Videira, que articula ramos em torno de si mesma, e Paulo usou a metáfora do corpo humano para nos lembrar que estamos unidos através de juntas e ligamentos. Contudo, este é um tempo onde estas conexões estão se perdendo. Muitas igrejas tornaram-se ambientes insalubres no que tange ao trato afetivo, ao cuidado com o outro, ao zelo pastoral. “Sacerdotes” exploram e dilaceram suas ovelhas com doutrinas espúrias. Ovelhas feridas, além de machucarem a si mesmas, ferem também as outras. O que deveria ser um lugar de acolhimento e crescimento acaba se constituindo num espaço onde prolifera a manipulação, o egoísmo, a culpa e o medo. Sabemos que congregar é preciso e que não devemos prescindir da relação com nossos irmãos, mas, o que fazer quando ir a igreja significa expor a alma a perigos emocionais que surgem pela relação doentia entre as pessoas? Sua igreja é sadia? As conexões estão funcionando? Assista a mensagem e chegue as suas próprias conclusões.

.

Mais Lidos

Músicas

O Que Estamos Cantando

Liberdade de Expressão

Este Site Opera Desde Junho de 2010

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

Visualizações de Páginas

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More