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09 setembro 2019

Como Quebrar Padrões Familiares Melhorando seus Pais em Você

Viver em família é algo desafiador. A bíblia sagrada está cheia de casos de famílias problemáticas, como a família de Davi e a do patriarca Jacó. Nas páginas do Velho Testamento é possível encontrar, no contexto familiar, tentativa de assassinato, incesto, adultério, estupro, traição, ódios diversos, inveja incontida, mentiras contumazes, ou seja, todos os matizes dos quais a vida é feita. Como pastor, aconselhando pessoas no contexto relacional, sou testemunha de como disfuncionalidades familiares são capazes de construir tragédias que desgraçam gerações. Eu vi, nestes últimos 33 anos, como feridas produzidas por avós, pais e irmãos são, por vezes, impossíveis de curar, aprofundam-se de tal forma na alma do indivíduo que acabam o tornando sequelado para a vida. Culturas familiares perversas são capazes de introjetar na psique do indivíduo paradigmas dificílimos de serem quebrados. Uma análise desse contexto nos coloca diante de questões relevantes, como por exemplo: reverberação de problemas familiares são carmas e maldições espirituais ou comportamento psico-existencial aprendido? Que tipo de influências se alinham para formar a espiral que estabelece a fenomenologia social, emocional e espiritual? Diante de tudo isso, fica, certamente, uma pergunta pivotal: será que é possível quebrar padrões familiares doentios pré-estabelecidos de tal forma que eles não mais se perpetuem nas gerações vindouras? Eu creio que sim. Como bem disse Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece”. Assista a mensagem!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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