Essa, indiscutivelmente, foi a Campanha Eleitoral mas suja que já participei. Como eleitor, senti-me seviciado, estuprado e chantageado. A impressão que tenho, depois de ter votado em 10 eleições para Presidente da República, é que estou vivendo numa “Terra sem Lei”, e nessa “festa”, parafraseando as Frenéticas, vale tudo, vale notícia falsa, meias verdades, vale vídeo distorcido do contexto, fala de áudio atribuída a quem nunca falou nada, vale depoimento exagerado, declaração requentada, vale o uso da máquina, vale seletividade da mídia, manipulação da igreja, intimidação, amedrontamento, vale exagerar, diminuir, vale mentir, vale mesmo qualquer coisa. Em poucos dias, contudo, tudo estará liquidado. Se a votação se encerrar no primeiro turno, o “Game is Over” se dará no dia 07 de outubro. Se formos para o segundo turno, num “Show Must Go On”, teremos a definição no dia 28 do mesmo mês. Ao final, um candidato ganhará o pleito, mas o Brasil inteiro já perdeu. Sim, independente de quem seja a vitória, o País perdeu pela falta de ética, pela falta de honradez, pela falta da verdade. Perdemos porque sairemos das urnas divididos, polarizados, enraivecidos, e esse, talvez, seja o maior desafio do novo Presidente, pacificar um povo que sofre há 5 séculos nas mãos de políticos corruptos e de suas políticas perversas. Tristemente, vejo os escombros produzidos pelas eleições, pois não foram poucas as amizades desfeitas, os estremecimentos familiares, vimos pai contra filho, irmão contra irmão, vizinho contra vizinho. Nesse deserto de insensatez, procuro diligentemente ouvir a Palavra do Senhor, “Lâmpada para o meus pés e luz para os meus caminhos”. Já vivi o bastante para saber que não se pode confiar “Nem em príncipes, nem filhos de homem, em quem não há salvação”. Nesta existência que me foi concedida, já sofri o suficiente para saber que o “Meu socorro vem do Senhor”, não de propostas oportunistas em tempos de eleição. Assista a mensagem e faça sua escolha!
22 outubro 2018
Não Vivemos sem Política, mas Podemos Morrer por Causa de Políticos
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.




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