Convivendo desde a mais tenra infância no meio religioso, sempre fiquei intrigado com uma questão sui generis: por que o crente é alguém tão chato? Ora, essa afirmação não é meramente especulação, mas fruto da observação acurada de anos e anos sobre o comportamento das pessoas que afirmam ter fé em Jesus e que congregam em alguma comunidade cristã. Se você acha exagero, faça uma pesquisa, converse com pessoas não-religiosas, com amigos do trabalho, da faculdade, familiares, e veja se o que digo não tem base sólida. Aliás, “chato” é uma designação amena frente ao que vejo e escuto por aí. Fato é que, intrigantemente, pessoas que afirmam estar “salvas” ou destinadas a usufruir da eternidade, não raro, são pessoas invasivas, inconvenientes, elitistas, preconceituosas, complicadas, intolerantes e intrigueiras. Contrariando toda expectativa, muitos dos que se dizem “Servos de Deus” estão, assombrosamente, longe de ter o caráter manso e amoroso que vemos manifesto em Jesus. Ser “evangélico”, desgraçadamente, tornou-se algo que carrega a pecha de ser alguém que se esmera em se tornar um “estraga prazer”, um “espinho na carne”, ou ainda uma “pedra no sapato”. Conheço muita gente bacana que, depois de se “converter” a “fé”, passou a ser insuportável, uma vara do juízo de Deus sob a Terra, uma usina de condenações movida por uma boca recheada de pragas e maldições. Diante de tudo isso, surge a questão: como explicar esse fenômeno? O que deveria, de fato, acontecer, com aqueles que conhecem ao Senhor? Como podemos nos tornar “Gente Boa de Deus”, o que devemos fazer para ser crentes em Jesus e amigo das pessoas, seres descomplicados e lúcidos, pessoas com boa fé e firme consciência, homens e mulheres cheios de luz e Verdade, indivíduos que transbordam graça e amor? Assista a mensagem e chegue a suas próprias respostas!
23 julho 2018
O Evangelho nos Torna "Gente Boa de Deus"!
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
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