Procura-se um Deus que possa atender a essas e outras demandas: cultos de milagre, correntes do impossível, prosperidade financeira e sessões do desemcapetamento total. Sim, na sociedade contemporânea, Deus precisa ser reinventado! O Deus das Escrituras perdeu o seu sentido e a sua utilidade, agoniza em obsolescência e caducidade. Nietzsche, ainda no século XIX, já afirmava que a igreja havia criado um Deus que era a imagem e semelhança do homem. Impossível ser mais lúcido. Nesse tempo, para fazer a indústria da religião funcionar, é imprescindível que se viabilize, o mais rápido possível, o Impeachment de Deus! Ele precisa ser tirado do trono, desempossado como Rei sobre a Terra, afastado de suas funções na igreja! Chega desse Deus que não atende pedidos, não satisfaz caprichos e nem concorda com a existência conforme os homens a desejam. Encontrem, portanto, um Deus que seja personalizável e mais adequado à realidade do mundo atual. Eu sei que essas palavras parecem chocantes, mas, na prática, refletem, apenas, a realidade esmagadora desses dias. Essa geração, em seu egoísmo alienante, precisa não do Deus do Evangelho, encarnado em Jesus de Nazaré, mas de um mago com super-poderes capaz de fazer malabarismos e pirotecnias para satisfazer a clientela que o procura nos cultos do domingo. Para muitos, se Deus ainda deseja manter uma fatia do Market Share religioso, vai precisar repensar, seriamente, sua proposta para os consumidores do sagrado. Assista a esta empolgante mensagem!
24 agosto 2015
O Impeachment de Deus
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.




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