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01 novembro 2011

Fuga Impossível


Assista na seção "Mens. em Vídeo", na barra de menu acima, a mensagem "Fuga Impossível" pregada em 30.10 2011 na Catedral da Trindade.

“De que nos vale fugir, se este coração é o nosso ser, se, quando nos abandonamos à fuga, o levamos conosco?”. Jaime Balmes

Você já fugiu de algum lugar? Você sabe como se processa uma fuga? Talvez diante de tal pergunta alguém possa dizer: “eu não sou bandido, não cometi nenhum crime, não tenho pendências com a justiça!”. Ora, minha pergunta não é para tais questões. Talvez, sem perceber, você não tenha notado que existem outros tipos de fuga que são muito comuns na existência humana. Existem os que fogem do passado, os que fogem de compromissos, de cobranças, da tomada de decisões. Há os que fogem de “fantasmas” alojados na alma, outros fogem de si mesmos e até os que fogem de Deus.

Friedrich Hebbel afirmou: “a vida da maioria das criaturas humanas é uma fuga para fora de si próprias”. Aprenda nesta mensagem sobre o potencial que há em você para realizar coisas extraordinárias e, sobretudo, que cada um de nós não tem como fugir do próprio destino.

3 comentários:

Consegui assistir ao vídeo domingo.

O que se vê dentro do meu cesto?

- os não crentes veem uma pessoa normal;

- os crentes como uma pecadora desviada por estar desigrejada;

- Deus vê a filha da qual ele se orgulha. A filha que mesmo sozinha, desigrejada, com depressão e ansiedade crônicas crê nEle, procura ser imitadora de Cristo, renuncia a coisas que só ela e Deus sabem o quanto é/foi difícil.

- E a filha, desde adolescente, sempre sentiu que Deus quer que ela testemunhe dEle.
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Dia desses um amigo me recomendou ao Haggai para o curso do próximo ano de líderes avançados, algo avançado, nao me recordo. E para fazer o curso precisa de vários requisitos e um deles é uma carta de recomendação do pastor. Como o pastor novo não me conhece, jamais me daria uma carta de recomendação...rs

Eu nunca tive interesse em ser líder de nada, nem fazer curso de liderança, não é a minha.

Algo que penso desde que praticamente virei uma desigrejada (da qual sou membro, mas eventualmente visito outras): como desigrejada, não tenho como participar dos grupos de evangelismo e não terei como cumprir o "ide" e tal...

Mas na mesma hora tb. pensei: é desculpa de quem não quer fazer nada achar que precisa estar em um grupo desses para falar de Deus para os outros. Primeiro porque o maior testemunho que se dá é com a vida que se leva. E segundo porque quando se quer, faz-se. Quer entregar algo escrito nas ruas? Escreva um versículo no computador e imprima ou escreva à mão mesmo, vá às ruas e entregue, p. ex.

Não há fórmula para se falar de Deus. Aliás, muita gente detesta "crente" justamente pelo fato de eles terem uma "fórmula pronta" e pessoas são diferentes, abordagens muitas vezes precisam ser diferentes...

Acho que escrevi muito...rs
Abração, Carlos.
Patricia.

PS: agora vou salvar meu comentário porque o outro desapareceu (do outro texto).

Patrícia:
Vejo que você carrega muitas "feridas" provocadas pela "igreja", seus "líderes", suas dinâmicas... Eu sempre andei pelo "esgoto" da instituição, sei bem do que você fala, sofri todas as dores, sorvi cada decepção, bebi do cálice da amargura, da solidão, da tristeza, da decepção. Mana do caminho, Jesus está em você e o Espírito continua fazendo a boa obra, tecendo, como obra de tapeceiro, um coração generoso, pacificado na graça, cheio de amor e misericórdia. O mais, que importa? Beijo carinhoso. Moreira

Mais ou menos, Carlos.

Eu não tenho "feridas" de "líderes", porque a maior parte da minha vida cristã sempre foi ser sem membro de igreja. A igreja na qual tenho nome atualmente, o pastor antigo era muito simpls, bem light. O atual pastor não gostei muito, mas tb. não vou julgá-lo pois assim que ele entrou eu saí poucos meses depois. Até pelo fato de ter que me levantar e ir embora ao ouvir excessos de legalismo e erros doutrinários. Minha paciência andava esgotada.

Agora, diretamente, algum tipo de admoestação de "líder" nunca sofri, nem aturaria se eu tivesse certa. Sempre fui muito "fria" nessa parte. Já vi pessoas que foram para a disciplina (não na minha igreja) injustamente e ficaram chorando, mal mesmo e eu sempre falei: se fosse comigo eu nunca mais voltaria.

O que me choca mais são os crentes "sumirem" quando vc. não está na igreja. Eu tinha tantos "amigos" lá e onde eles estão hoje? Ainda mais para quem tem depressão, é meio complicado. Ainda agora mesmo minha mãe jogou na minha cara: cadê seus amigos da igreja? Ninguém gosta de você! (ela anda nervosa, está com suspeita de câncer...) Eu falei: tinha apenas "conhecidos". E a resposta que dei a ela foi até natural, porque não sou a única que passo por isso. Inúmeras pessoas tb. relatam a mesma coisa.

Engraçado que quem mais quer me ajudar são católicos praticantes (um amigo diz que reza sempre por mim, já fez várias novenas para minha mãe, não sei o que é isso) e um simpatizante do kardecismo, este se sensibiliza muito com a depressão que tenho.

E aí eu vejo tanto "crente" que diz que é "jugo desigual" ser amiga de pessoas de outras religiões e são bons hipócritas, que se sentem acomodados na garantia da salvação (vi no texto novo seu) e que se dane o resto.
Existem ateus honestos e desonestos; prestativos e não prestativos, tal como ocorre com os "crentes": existem honestos e desonestos...Nome na igreja não é sinônimo de "santidade", ainda mais hoje em dia com tanto "circo" aberto por aí...

Uma vez passei quase a noite inteira ajudando numa comunidade de depressão a um rapaz que estava muito mal. Muitos se ajudam lá. No outro dia, não fui à igreja, até porque tenho insônia que acabou juntando. Depois quando apareci, falei que não fui porque precisava dormir. Lá foram alguns "perfeitos" dizer que isso ia me afastar da fé, etc. Como coisa que ser crente é só aos domingos... Minha mãe até falou que era melhor eu não ter falado que queria dormir. De fato, era mais fácil eu ter falado que estava muito doente e pedir até oração...rsrsrs Não quis ser mentirosam deu nisso...rs

Ressalvo que existem cristãos comprometidos, não acho legar ser desigrejado, sinto muita falta de congregar, se eu for a minha igreja não tenho nenhum "inimigo". Aiás, até filmo se eu for lá todo mundo me abraçando e dizendo "sumida"...rsrs

Sei que pessoas possuem seus afazeres tb., eu tb. sou falha, mas havia pessoas tão próximas a mim que "evaporaram" e eu que no meio de uma depressão crônica ainda tenho o compromisso de não ser "sumida"...

Apenas é uma constatação do que é. Claro que o contexto é ruim, muitos sabem que somos sozinhos, pois não temos parentes, vizinhos (a área em que moro é mais comercial), que tenho depressão, estou melhor agora, pois consegui acertar em uma medicação, mas a ansiedade está muito alterada, ainda mais esses dias por causa da minha mãe que parece que está com câncer.


Obrigada pela atenção, Carlos.
Um grande abraço para você.
Patrícia

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