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09 julho 2018

Procura-se Gente Comum para Realizar Coisas Extraordinárias

Nós podemos medir a importância de nossa existência pela relevância que nossa vida assumiu na vida de outras pessoas. Sim, quanto mais significativo você se tornar para os outros, mas terá encarnado em si mesmo a mensagem do Evangelho de Jesus. Esse, contudo, é um tempo de anestesiamento social quanto aos dramas vividos por milhões de indivíduos, de distanciamento relacional, uma vez que o amor tem se esfriado em muitos, de um tipo de lepra que cauteriza e dissensibiliza o coração das pessoas. Em ambientes assim, a alma sucumbe, por isso não devemos nos demorar onde o amor não é capaz de brotar como fruto da solidariedade e da bondade entre os homens. Olhando para a igreja neste tempo, percebemos o quanto ela está doente, o quanto está distante da realidade humana, o quanto se tornou um clube fechado, frequentado por gente que veste as mesmas roupas, todas tecidas com os ornamentos da religião, mas gritantemente distantes das vestes do Evangelho que nos revestem de um olhar compassivo para o meu igual. Nesta mensagem, faço a análise da vida de Dorcas, uma discípula de Jesus que vivia na cidade de Jope e que, com apenas linha, tesoura e tecido, impacta de maneira assombrosa a vida das viúvas e órfãos daquele lugar. Dentre as tantas lições presentes na narrativa de Lucas, penso que a maior delas é compreendermos que as pessoas que fazem diferença na vida de outras não são, necessariamente, as mais capacitadas ou habilidosas, mas as que se tornaram disponíveis para servir e assim permitiram que o Espírito Santo as enchesse de boa vontade através de frutos de justiça. Assista e usufrua todo o conteúdo desta reflexão.


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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