Acolhendo pessoas, na escuta pastoral terapêutica, o que mais encontro são indivíduos esburacados de alma, gente que falta pedaços, que ficou atrofiada de sentimentos, que, em função da carência ou da total falta de afeto, tornou-se aleijada emocionalmente. Sim, somos seres sentimentais, precisamos de amor, de cuidados que nos façam sentir importantes e desejados. Quando, pelas dinâmicas da vida, estas questões são negligenciadas, ou mesmo desprezadas, tornamo-nos vulneráveis a desenvolver patologias relacionais, sentimo-nos como se estivéssemos competindo com o outro, todo o tempo, que somos menos qualificados, que não somos interessantes, que não temos capacidade de realizar, que não temos competência para tornar alguém feliz. São tantas as questões e são profundos os dramas, mas há apenas uma causa: a privação de amor. Sem a lubrificação do coração em amor, a alma desidrata, seca, os dias se tornam áridos, a boca amarga, os olhos lacrimejam, tudo é solidão. E quais são os desdobramentos disto? O que pode ser feito para curar essa dor? Qual a anatomia do fenômeno? Nesta mensagem, retorno ao Gênesis para fazer uma análise surpreendente do de como os processos de adoecimento da alma se iniciam em nós.
19 junho 2018
Fome de Afeto e os Buracos Gerados na Alma
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
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