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20 julho 2017

Coisa de Amigo...



Não lhe proponho perfeição, mas lhe proponho honestidade.

Não lhe proponho condescendência com seu erro, mas lhe proponho lhe dizer a verdade.

Não lhe proponho não fazer críticas, mas lhe proponho ser gentil ao fazê-las.

Não lhe proponho estar sempre com sorriso no rosto, mas lhe proponho ter a cara que o dia permitir.

Não lhe proponho estar sempre à mesa ao seu lado, mas lhe proponho quando estiver, estar por inteiro.

Não lhe proponho entender todos os seus dramas, mas lhe proponho ouvi-los com atenção e respeito.

Não lhe proponho fechar com você em suas escolhas, mas lhe proponho está no final do trilho para abraça-lo se alguma delas não tiver sido acertada.

Não lhe proponho elogios rasgados na frente dos outros, mas lhe proponho um cantinho todo especial no segredo do meu coração.

Não lhe proponho uma relação que não vai produzir feridas, mas lhe proponho colocar remédio nas mágoas que eu provocar.

Não lhe proponho lhe procurar quando você estiver errado, mas lhe proponho lhe receber toda vez que for buscado.

Não lhe proponho não termos desentendimentos, mas lhe proponho sempre a reconciliação.

Se isso lhe interessa, então nós podemos ser amigos...


Carlos Moreira

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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