A teologia da prosperidade, impregnada na mente e na alma desta geração, atribui ao fracasso, a doença, a perda ou qualquer outra situação desfavorável na vida do indivíduo o fato dele estar em dívida com a divindade, seja esta falta em forma de pagamento de dízimos, de falha em seu comportamento moral, de queda na frequência de atividades religiosas ou coisas correlatas. A religião se alimenta da culpa e do medo e estabelece na barganha seu modus operandis. Ao invés de fomentar saúde existencial, provoca doença comportamental, produz pessoas gananciosas que imaginam que Deus é uma espécie de financista de suas vontades, obrigado a lhes fazer prosperar em tudo o que fazem desde que o sujeito esteja em dia com a Contabilidade Celestial. Diante desse contexto, a questão que se levanta é a seguinte: o que fazer quando as coisas dão errado, mesmo quando estou fazendo tudo certo? Será que há algo subliminar que não estou percebendo? Ou uma maldição se alojou em minha vida em função da quebra de algum preceito ou mandamento? Quem sabe é algo ligado a alguém que está próximo a mim – um “Acã” em pecado? Será, talvez, plano de Deus me fazer passar por isso para me disciplinar? Ouço todos os dias pessoas que me trazem questões como estas... Elas estão desesperadas em busca de encontrar um álibi que possa explicar qual o motivo de seus negócios não estarem indo bem, o porquê do casamento está em crise, a explicação para o organismo está debilitado, a razão da promoção na empresa não ter saído, o propósito da causa na justiça ter sido perdida, e por aí vai... Mas será que existe alguma promessa de Deus nas Escrituras que lhe garanta viver bem todo o tempo? Sem doenças? Sem perdas? Sem fracassos ou frustrações? Sem impossibilidades e limitações? Na verdade, diante de muitas destas questões, o que tenho dito é apenas o seguinte: “Relaxe! Nem tudo dá certo!”. Assista a mensagem e tenha um encontro com a paz que pacificará sua alma a partir do discernimento de quais ações podem ser tomadas para nos aquietar diante da vida.
03 maio 2017
Às Vezes dá Certo, às Vezes dá Errado. E Daí?
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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.
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