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22 novembro 2016

A Soberania de Deus e o Curso da História Humana

A eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos fez surgir calafrios e previsões apocalípticas da parte de muitos. Curioso, todavia, é que o futuro presidente, mesmo com tudo que atesta contra ele - racismo, xenofobia, fundamentalismos - foi eleito com 82% dos votos dos evangélicos. Ora, para quem sabe como a política funciona, é certo que Trump não poderá fazer o que prometeu nos arroubos da campanha. Sim, pois, por detrás dele, há lobbies poderosos como o da indústria de armamentos, dos Judeus de Wall Street, das 30 Famílias Mais Ricas, além dos Senadores e Deputados do Congresso. Na verdade, são tantos acordos e conchavos, que quem governa, mesmo, tem uma faixa de poder extremamente limitada. Trump é o seu grande medo? Um mundo pré-apocalíptico se avizinha? Deixa eu lhe dar uma notícia: Deus, o único que tem poder sobre os universos e sobre todas as coisas, ainda está no trono, portanto, como diz o salmista: “que mal me poderá fazer o homem?”. A partir do texto de Daniel capítulo 4, que trata da visão de Nabucodonosor interpretada pelo profeta, vamos fazer uma análise da simbiose político-cultural dos reinos da Terra com as potestades espirituais, de tal forma a discernirmos a fenomenologia que se desenha diante de nós. Assista a mensagem!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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