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11 agosto 2015

O Deus Pessoal para um Mundo Impessoal

Estamos enfrentando uma nova glaciação no planeta, mas ela não está associada ao clima e sim às pessoas, sem nos dar conta, congelamos do lado de dentro, tornamo-nos inapetentes para o bem. “O amor esfriará de quase todos”, disse Jesus e, de fato, isso já está acontecendo! Fomos transformados em indivíduos em série, normatizados pela mídia, plastificados pela cultura, acomodados nas caixas da religião. Esse é um tempo de redes sociais e nenhum encontro humano, da banalização da conjugalidade que produziu a solidão a dois, do flerte virtual, do sexo pela tela do computador, da blindagem do ser para nos proteger contra o outro, da impermeabilização dos sentimentos. Num mundo assim, pode haver religião, mas não há Deus! As igrejas fomentam ritos e ensinam doutrinas, mas estão longe da singularidade da fé proposta no Evangelho, onde o encontro é imprescindível, tanto com o Pai quanto com o meu semelhante. Deus só pode ser discernido numa relação pessoal, não numa massa anárquica dentro de quatro paredes, Deus quer ser encontrado nos ambientes da alma e da consciência, não nos bancos do templo ou na agenda frenética da religião. A questão central, contudo, é o que fazer diante disso? Que alternativas nós temos? Assista a mensagem e repense sua fé!


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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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