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06 maio 2015

A Religião Muda Rotinas, o Evangelho Reinventa Pessoas

Há uma grande diferença entre ser feliz e ser perfeito. Na sociedade contemporânea, felicidade nada mais é do que a busca compulsiva por uma idealização de prazer grego, uma espécie de epicurismo remodelado. Contudo, a felicidade, conforme Jesus, é um Caminho que convida o indivíduo a experimentar matizes da existência que só se revelam quando todo o banquete da da vida é degustado, inclusive as perdas e dores. Sim, perder a vida, como muitos imaginam, não é trancar-se dentro de templos religiosos, levar uma vida asceta ou amordaçar a alma com práticas pseudo-piedosas. Perder a vida, conforme o Evangelho, é abrir-se a novas percepções, abdicar o banal, sair da trivialidade dos conceitos religiosos para experimentar uma overdose de liberdade e esperança. Quantos terminam seus dias sem terem usufruído valores que mudam o ser da gente? Tristemente, enormes potencialidades morrem represadas no indivíduo sem que ele, jamais, as tenha desenvolvido para a paz e o bem de cada dia. Quer ser feliz? Vem que eu te ensino como! E creia: você vai se surpreender... Assista e comprove!

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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