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12 março 2012

Preciso de Cura a Qualquer Preço!



Assista a mensagem "Preciso de Cura a Qualquer Preço" clicando na seção acima "Mens. em Vídeo". Veja abaixo a sinopse.

O que você estaria disposto a fazer para ser curado de algo? Quanto pagaria por isso? A que métodos se submeteria? 



E se não fosse algo físico, emocional, mas algo de natureza existencial, como uma reconciliação no casamento, uma promoção na empresa, a obtenção de algo de valor, a realização de um sonho, a reconciliação com um filho? O que você faria? Até onde estaria disposto a perseverar?


Num mundo onde tudo é feito e pensado no curto prazo, as pessoas tem dificuldades em resistir, em lutar, em sonhar, em desenvolver um espírito tenaz, em desenvolver projetos de longa duração. 


Aprenda nesta mensagem sobre o que fazer para entender as dinâmicas da vida alcançada por uma tragédia, e como Deus age de forma maravilhosa para produzir em nós paz e bem. 

Carlo Moreira

3 comentários:

Amanhã eu assisto ao vídeo. Não volto legal de psiquiatra.

Minha sinopse: rs

Eu persevero, mas quando vejo que saí do campo do "sonho" e entrei no da "fantasia", eu saio.

Ou quando entendo que o meu "sonho" não é a vontade de Deus, eu tb. desisto.

Nem sempre perseverar, sonhar, esperar significam conseguir. É bom sonhar, inclusive manter o sonho a longo prazo, não desanimar fácil, embora a vida te exija isso, mas ter os pés no chão também, o chamado "plano B".

Beijos, Charlito.
Paty

Assisti ao vídeo.

Dia desses assisti à pregação de um amigo meu e ele falava sobre que tipo de cristã a pessoa é.

E eu disse depois a ele que eu era a cristã "rasa", cujas características ele mencionou, embora meu coração não fosse raso. Mas sair do plano de querer e ir para o de fazer ainda é "raso" para mim.

Usando aqui o enfoque de sua pregação, penso que perseverar em oração é algo "raso" para mim. Já o fiz e deu certo, mas não é sempre que eu ajo assim. E não é só na oração, embora em algumas situações eu seja bem perseverante. Mas admito que tenho muito o que aprender...

Quanto ao dinheiro que vc. não aceitou, ligue não, eu tb. não aceitei grandeza, mesmo sendo algo legal, porque não seria barganha com Deus, mas seria algo que meu coração dizia que não era mesmo o que Deus queria para mim. E hoje tenho certeza disso.

Sobre o dízimo, não são apenas as igrejas de "jatinhos" que barganham não...a "ameaça" de Malaquias está muito presente nas tradicionais.

Já vi casos de pastor tradicional dizendo que fulando estava com o problema "x" e ele perguntou: "Você é dizimista fiel? Então não se preocupe". E não é só na área financeira que é feita tal pergunta...Digamos que seja uma barganha "implícita". Penso que uma enfermidade pode acometer ao dizimista e ao não dizimista...

É até interessante na hora do dízimo, falam para dar com alegria, MAS...é uma obrigação e lá vão as ameaças de que tudo de ruim vai acontecer se a pessoa não o der.

Eu sou a favor do dízimo, mas dado com alegria, não por medo. E não creio que, devido a algum problema que aconteceu, e a pessoa em determinado mês não pôde dizimar, que todas as maldições da terra cairão sobre ela.

Patrícia

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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