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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

30 dezembro 2019

A Síndrome da Abstinência Religiosa

Cultura é uma coisa difícil de ser quebrada, depois que foi absorvida pelo indivíduo, passa a ditar o seu comportamento, a maneira como ele trabalha, se relaciona, se diverte, seus hábitos econômicos e até mesmo suas escolhas políticas. Do ponto de vista da fé, não é diferente, a religião molda a nossa forma de pensar e de agir e, invariavelmente, interfere na nossa rotina influenciando todos os padrões presentes em nossas dinâmicas existenciais. Nos últimos 15 anos, uma legião enorme de pessoas tem deixado instituições religiosas. Muitas delas se desencantaram com o modelo de espiritualidade proposto, outras tantas se desiludiram com as práticas eclesiásticas e há também um número significativo dos que foram enganados pelo ensino de doutrinas tipicamente abusivas. Para se ter uma ideia, calcula-se que há hoje fora das igrejas a mesma quantidade de pessoas que estão dentro delas. Mas independente destas pessoas frequentarem ou não um novo grupo, o que elas possuem em comum, na maioria das vezes, é a manifestação da dita “síndrome da abstinência religiosa”, essa patologia que apresenta como sintoma a manifestação das velhas práticas espirituais. Uma vez que a cultura institucional se instalou na consciência do indivíduo como padrão, é muito difícil removê-la, o vício religioso é um dos mais difíceis condicionamentos humanos a ser quebrado na mente e no coração. Via de regra, o sujeito sai da denominação, mas a denominação não sai de dentro dele, a libertação plena pode levar anos e, não raro, jamais é alcançada, as sequelas podem ser leves ou profundas, podem ser individuais ou coletivas, no caso de famílias. Assista a mensagem e aprenda como combater a abstinência religiosa.


 

25 novembro 2019

Igrejas Vivas são Erguidas por Pessoas Dispostas a Morrer

Na minha profissão, eu tive a oportunidade de conviver com alguns dos maiores empresários do nosso País, homens que construíram verdadeiros impérios e deram suas vidas em prol de estabelecer suas companhias. Eu admiro homens com essa envergadura, tenho respeito por suas histórias, mas, na minha vida, a grande ambição sempre foi outra... Eu decidi gastar os meus dias, há mais de 30 anos atrás, para ajudar pessoas a conhecerem a Deus. Não deixei de trabalhar, faço isso desde os meus 18 anos, mas uso, de todas as formas possíveis, meus dons e talentos em prol da edificação da Igreja de Jesus Cristo. Mas eu sei que essa é uma luta inglória num tempo onde as pessoas querem um “deus” para ser consumido, e não para ser adorado, e uma igreja para ser um lugar de recreação, não de pregação do Evangelho experimentação da fé, conforme a Escritura nos revela. Não é tarefa difícil você erguer um prédio e colocar gente lá dentro cantando canções, participando de programas e, com a motivação certa, investindo muita grana na suposta “obra de Deus”. Mas é tarefa dificílima juntar pessoas em torno da Mensagem da Cruz, ensiná-las a serem discípulos do Senhor, com todas as implicações que isso demanda. Quase ninguém quer essa consciência, é muito melhor ter a conveniência de adotar uma religião self service, onde é possível se optar por um tipo de espiritualidade que pode ser montada aos pedaços, conforme a necessidade. Essa mensagem vai questionar se você está, de fato, comprometido com a tarefa de edificação da Igreja de Jesus na Terra. Assista!


 

18 novembro 2019

Homens à Beira de um Ataque de Nervos

O que faz um homem ser homem? Ter nascido do sexo masculino, faz ele ser homem? Ser capaz de procriar? Gostar de mulher? Possuir força física? Ter habilidades para prover o sustento de uma casa? Na sociedade contemporânea, todas estas questões se transformaram em mitos, todas elas estão superadas, um homem não pode ser definido por nenhuma destas coisas. Na verdade, a redefinição da “masculinidade” como “pessoalidade”, que teve seu caráter positivo, produziu, também, uma geração de homens que não tem referências, ser homem hoje é ser um ser que ninguém saber, ao certo, o que tem que ser. Em nosso tempo, ser homem parece algo feio, ser masculino para algo feio, e muitos homens, desejando ser politicamente corretos, desejando fugir do estereótipo sexista, desejando acomodar o conceito ainda pouco entendido de gênero, desejando não se apresentar como machistas, não sabem o que fazer como homens, não sabem que papel lhes cabe, não sabem quem eles são, o que devem fazer e o que não devem? Eu tenho aconselhado homens adolescentes, jovens e alguns de meia idade que, definitivamente, não tem qualquer ideia do que é ser homem! Ou eles se adequaram a ideologia feminista, para serem aceitos e admirados, ou, do lado oposto, radicalizaram-se em práticas tipicamente machistas e ideológicas, para tentarem impor uma resistência tola, ou, na situação mais preocupante, estão num limbo, sem saber o que fazer, ou pior, sem saber quem ser! O homem do século XXI precisa encontrar seu próprio espaço e seu lugar no mundo, tem que se redefinir, se reinventar numa outra perspectiva, deixar para traz padrões culturais esclerosados e estereótipos religiosos e se adaptar a um novo estilo de sociedade humana. Assista a mensagem e encontre algumas sugestões de como isso pode ser feito!


 

10 novembro 2019

Tempo de Consertar!

Quando a Escritura trata da conversão, ela nos remete a algo desta monta, nos dá a dimensão de que esse é um processo que só pode acontecer através do arrependimento, algo que é gerado pelo Espírito Santo em nós, um evento de natureza espiritual que produz contrição, que faz ascender a consciência para o fato de que a vida está sendo vivida da pior maneira possível, de que somos “inimigos de Deus”, necessitamos, portanto, de perdão, de justificação, de salvação e de santificação. Conversão implica essas coisas, mas não apenas isso, conversão implica mudança de vida, pois é impossível que alguém seja tocado pelo poder de Deus e continue a viver da mesma forma de antes. Mas isso é o que a Escritura ensina, isso é o que Jesus estabelece, isso é o plano de Deus, e isso, obviamente, não tem nada a ver com o que a igreja propõe, e a explicação para tal é muito simples: a igreja propõe uma conversão a igreja, e não ao evangelho, ao pastor, e não ao Senhor, as doutrinas, e não as Escrituras, a estética comportamental, e não a ética do Reino, aos condicionamentos, e não a consciência, aos controles regimentais, e não a liberdade de ser, a programação do templo, e não o serviço solidário a todo aquele que está em nosso caminho, a liturgia metódica, e não a espontaneidade em adorar em qualquer lugar, a adoção dos dogmas, e não dos princípios, a devoção por imposição, e não por amor. Se o sujeito vestir o manequim da denominação, se ele entrar nas vestes da religião, se ele couber na forma da igrejola, então, está tudo bem, ele é mais um boneco em série gestado na indústria da religião e isso não implica que a vida mude, mas que ele se torne adepto da agremiação, dando seu dízimo, participando dos programas, fazendo a roda girar, e obviamente isso não pode produzir nada, porque o sobrenatural, o poder de Deus que transforma, não foi liberado sobre a pessoa, ela foi enganada, foi vítima de um estelionato praticado em nome de Deus, e isso tem implicações agora, terá amanhã e, tristemente, terá também no último dia, pois Jesus dirá a estes: “Jamais vos conheci, apartai-vos de mim vós que praticais a iniquidade”. Assista a mensagem!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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