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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

20 janeiro 2020

Você é o que Ainda Resta de Bom no Mundo

Na última quarta-feira, na cidade de Araçatuba, interior de São Paulo, o corpo do advogado Ronaldo César Capelari, de 53 anos, foi encontrado esquartejado em 18 pedaços. Ré confessa, Laís Crepaldi, de 24 anos, afirmou ter cometido o crime, que era para ser um assalto, e evoluiu para o assassinato, juntamente com seu namorado, Jonathan de Andrade, de 21. Vivemos um tempo onde há violência dentro de casa, violência fora de casa, em todo tipo de conflito, violência nas cidades, no campo, violência em formas não convencionais, como no impedimento do indivíduo de ter o tratamento mínimo do Estado em termos de dignidade, a violência da ausência de um serviço médico de qualidade, a ausência de uma educação consistente, a ausência de saneamento, de habitação. Sim, este é um tempo de violência entre nações, de violência ideológica, dogmatizada, politizada, teologizada, é a violência contra a criação, a ambição destruindo o planeta, matando os animais. Jesus disse que no tempo do fim os homens desmaiariam de Terror, o amor se esfriaria, Paulo diz que nos últimos dias os homens se tornariam irreconhecíveis, desafeiçoados, desumanizados, inimigos do bem, da verdade e da justiça. Por isso tanto pânico, tanta depressão, tanta angústia, tanto suicídio, ninguém sadio pode se adaptar a uma sociedade doente. Não tem mais quase nada de bom nesse planeta, o pouco que sobrou está em VOCÊ! Você é um porta-voz da bondade, você é um agente de transformação, você carrega a semente de uma nova civilização – O Reino de Deus – você carrega em si o germe da eternidade, a semente de um novo homem, o Espírito de Deus está dentro de você, você foi recriado na Cruz, foi regenerado pelo poder do Evangelho, foi reconstruído em sua mente com novos valores, foi reumanizado, foi reformatado, foi reconectado a fonte de todo amor, bondade e justiça. Você é a única coisa boa que sobrou neste planeta! E aqui cabe uma pergunta: o que você está fazendo para tornar um mundo um lugar um pouco melhor? Assista a mensagem!


 

13 janeiro 2020

O Evangelho Cria uma Rede de Conexões Humanas

Como é curioso esse mundo no qual nós estamos vivendo onde até mesmo objetos inanimados estão em plena conexão, mas, contraditoriamente, as pessoas, apesar de também estarem ligadas em redes computacionais, estão cada vez mais desconectadas umas das outras. Sim, porque ligações eletrônicas por meio de fibras ópticas, de cabos, de sinais de ondas digitais, não implicam em empatia, solidariedade, generosidade, bondade e outras dimensões das trocas humanas que estão enferrujando em meio a uma sociedade onde as pessoas possuem nervos de aço e coração de lata. Pelo contrário, a impressão que eu tenho é que quanto mais o indivíduo está conectado digitalmente, mas ele se torna insensível do ponto de vista do mundo real, das relações cotidianos concretas. É muito mais fácil se comunicar virtualmente com alguém na China do que pessoalmente com o vizinho de porta, até mesmo porque a distância cria certas barreiras intransponíveis e algumas “comodidades” interessantes, pois, se não estou com você, pouco posso fazer a seu respeito. Muito em breve, as máquinas vão se comunicar muito mais do que as pessoas, elas vão, inclusive, tomar algumas decisões por você, e também é bem provável que, num espaço de tempo muito curto, você interaja mais com máquinas do que com pessoas. Analisando tudo isso, pegue a minha bíblia e me deparei com o fato de que, na verdade, o Evangelho é que é o grande patrocinador das conexões por excelência – de Deus com os homens, dos homens entre si, dos homens com a natureza, ele patrocina a maior de todas as redes e o seu protocolo de comunicação é o amor. É pouco provável que alguém tenha entendido, de fato, o que é o Evangelho, sem ter o desafio de criar sua rede de conexões visíveis e tangíveis com tudo o que tem vida. Nessa perspectiva, corrobora comigo o apóstolo João quando afirma que é impossível alguém amar a Deus, a quem não vê, e não amar ao próximo, que está diante de si. Pois bem, aqui surge uma questão: como andam suas conexões? Assista a mensagem!


 

30 dezembro 2019

A Síndrome da Abstinência Religiosa

Cultura é uma coisa difícil de ser quebrada, depois que foi absorvida pelo indivíduo, passa a ditar o seu comportamento, a maneira como ele trabalha, se relaciona, se diverte, seus hábitos econômicos e até mesmo suas escolhas políticas. Do ponto de vista da fé, não é diferente, a religião molda a nossa forma de pensar e de agir e, invariavelmente, interfere na nossa rotina influenciando todos os padrões presentes em nossas dinâmicas existenciais. Nos últimos 15 anos, uma legião enorme de pessoas tem deixado instituições religiosas. Muitas delas se desencantaram com o modelo de espiritualidade proposto, outras tantas se desiludiram com as práticas eclesiásticas e há também um número significativo dos que foram enganados pelo ensino de doutrinas tipicamente abusivas. Para se ter uma ideia, calcula-se que há hoje fora das igrejas a mesma quantidade de pessoas que estão dentro delas. Mas independente destas pessoas frequentarem ou não um novo grupo, o que elas possuem em comum, na maioria das vezes, é a manifestação da dita “síndrome da abstinência religiosa”, essa patologia que apresenta como sintoma a manifestação das velhas práticas espirituais. Uma vez que a cultura institucional se instalou na consciência do indivíduo como padrão, é muito difícil removê-la, o vício religioso é um dos mais difíceis condicionamentos humanos a ser quebrado na mente e no coração. Via de regra, o sujeito sai da denominação, mas a denominação não sai de dentro dele, a libertação plena pode levar anos e, não raro, jamais é alcançada, as sequelas podem ser leves ou profundas, podem ser individuais ou coletivas, no caso de famílias. Assista a mensagem e aprenda como combater a abstinência religiosa.


 

25 novembro 2019

Igrejas Vivas são Erguidas por Pessoas Dispostas a Morrer

Na minha profissão, eu tive a oportunidade de conviver com alguns dos maiores empresários do nosso País, homens que construíram verdadeiros impérios e deram suas vidas em prol de estabelecer suas companhias. Eu admiro homens com essa envergadura, tenho respeito por suas histórias, mas, na minha vida, a grande ambição sempre foi outra... Eu decidi gastar os meus dias, há mais de 30 anos atrás, para ajudar pessoas a conhecerem a Deus. Não deixei de trabalhar, faço isso desde os meus 18 anos, mas uso, de todas as formas possíveis, meus dons e talentos em prol da edificação da Igreja de Jesus Cristo. Mas eu sei que essa é uma luta inglória num tempo onde as pessoas querem um “deus” para ser consumido, e não para ser adorado, e uma igreja para ser um lugar de recreação, não de pregação do Evangelho experimentação da fé, conforme a Escritura nos revela. Não é tarefa difícil você erguer um prédio e colocar gente lá dentro cantando canções, participando de programas e, com a motivação certa, investindo muita grana na suposta “obra de Deus”. Mas é tarefa dificílima juntar pessoas em torno da Mensagem da Cruz, ensiná-las a serem discípulos do Senhor, com todas as implicações que isso demanda. Quase ninguém quer essa consciência, é muito melhor ter a conveniência de adotar uma religião self service, onde é possível se optar por um tipo de espiritualidade que pode ser montada aos pedaços, conforme a necessidade. Essa mensagem vai questionar se você está, de fato, comprometido com a tarefa de edificação da Igreja de Jesus na Terra. Assista!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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