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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

02 agosto 2016

Gente Muda Mundo




Jesus nos ensinou que o Reino de Deus é uma semente que cresce do lado de dentro, mas produz frutos que se desdobram para a vida. Gente que abraçou o Reino é gente propositiva, inconformada com o status quo, inovadora, revolucionária! Sim, pessoas que carregam a consciência do Evangelho são apaixonadas pelo que fazem, revelam-se sensíveis, são comprometidas e profundamente solidárias, não se adequam ao establishment, não se satisfazem sendo espectadoras dos dramas que se apresentam na tela dos dias, nas cinzas das horas. Num tempo onde a igreja se preocupa apenas com questões espirituais, evitando o contato com a realidade dramática dos excluídos, gente invisível ao poder público e a sociedade, mas que agoniza a céu aberto com a alma em carne viva, começam a surgir pessoas anônimas, vindas de todos os lados, interessadas em construir uma nova proposta de igreja, um tipo de organização alternativa, sem fronteiras, sustentável, capaz de colaborar com as instituições na promoção da justiça e do bem comum. Eu sonho com esta igreja todos os dias, pois sei que é possível sermos promotores da grande revolução, aquela boa notícia que estabelece que o Reino do Bem chegou entre nós! Assista esta mensagem e compartilhe com seus amigos!


 

26 julho 2016

Assassinaram o Deus por Quem Eu Deveria me Apaixonar




Não há uma semana sequer que eu não encontre, ou seja procurado, por dezenas de pessoas que foram esmagadas por uma proposta de espiritualidade que tornou árido o chão do coração. Sim, sinto uma compaixão aguda pelos que tiveram sua fé arrasada por ensinos perversos, práticas bizarras, mandingas e salamaleques da religião, gente que foi apresentada a um deus que nada tem a ver com aquele que encarna em Jesus e anda entre os humanos caídos. O dano provocado na alma é sem precedentes, os estragos são muitos, passam pela apatia espiritual, por distúrbios comportamentais que levam ao isolamento, pela perda da esperança, da alegria, por um nível de confusão mental que acaba, por vezes, a levar o indivíduo a não acreditar mais em nada, é a apostasia compulsória induzida. O que fazer nestes casos? Será que existe uma chance de ressignificar estas pessoas para a verdadeira fé, será possível que suas mentes, cauterizadas pelo engano, ainda possam ser libertas pelo poder da Verdadeira Palavra, que cura a cegueira dos olhos e nos faz ver novamente o bom e o belo da vida? Esse é um fenômeno deste tempo, a morte de Deus nas pessoas. Impossível não lembrar de Nietzsche afirmando que nós matamos Deus e o sepultamos dentro das nossas igrejas! Você está assim? Precisa reascender a chama do Espírito que está apagando em você? Então assista esta mensagem e permita que o Espírito Santo fale com você!


 

22 julho 2016

Parece, Mas não É...



Deixe-me lhe fazer uma pergunta: a sua igreja tem um CEP? Tem endereço, rua, número? Tem templo? OK. Então me diga: o que vocês estão fazendo de relevante neste lugar? Sim, o que a igreja simboliza para os moradores da região? O que o bairro tem a dizer sobre vocês? O que os vizinhos de porta acham de seus cultos, reuniões, campanhas e congressos? Qual é o compromisso de vocês com os dramas deste local?

Deixe eu lhe dizer uma coisa, com absoluta certeza: bem próximo a vocês, talvez até aí do lado, existem bolsões de pobreza com gente agonizando a céu aberto, sem educação, saúde ou justiça. Há muitos deprimidos nestes prédios e nas casas no entorno da igreja, e há também uma grande quantidade de idosos abandonados e sem qualquer expectativa para o que lhes resta de vida. Vocês podem discernir estes dramas?

Eu acho curioso o fato de muitos pastores estarem preocupados com questões de natureza metafísica, lutas e batalhas espirituais. Mas com relação ao lugar físico onde está sua comunidade, um total abandono. Portanto, cabe perguntar: vocês mapearam, alguma vez, essa região ou promoveram algum encontro para conversar com as pessoas que lá habitam para saber como ajudá-las? Ao invés de mapear as ditas regiões espirituais, para catalogar “demônios” em álbum de figurinhas gospel, vocês conseguiram mapear a miséria e a dor que lhes cerca?

Me diga mais... O espaço que vocês chamam de templo é usado para quê? O que fazem com ele durante a semana? Ele fica fechado, abrigando anjos sonolentos que voam em torno do “altar”? E as salas? Sim, as salas que poderiam ser usadas para alfabetizar idosos, para fazer reforço escolar para crianças, para ofertar aulas de música para adolescentes, tudo com vistas a afastá-los das drogas e da prostituição, vocês usam apenas na EBD aos domingos? Não seria possível dar outras destinações a tanto espaço?

Uma outra coisa... E as pessoas desta congregação? Talvez algumas centenas delas, ou milhares, quem sabe? São profissionais de mercado? São bem sucedidas? Qual o compromisso delas com os moradores deste lugar? Elas dão algum expediente para atender necessitados? Quem sabe, uma hora por semana? Um clínico geral, um advogado ou uma psicóloga poderiam fazer coisas incríveis se pudessem dispor de um espaçozinho em suas agendas lotadas para doar seus talentos a quem não tem como pagar. Ao invés de só envolver as pessoas em movimentos, não seria maravilhoso conscientizá-las sobre o serviço voluntário e generoso para com o outro, aquele que sofre e não tem como buscar ajuda?

Bem... Talvez sua igreja não faça nada disso porque ela está preocupada com a "salvação" das pessoas. Sendo assim, vocês focam todos os esforços nas questões "espirituais", por isso fazem tantos eventos, seminários, movimentos, tudo com vistas a "evangelizar" os perdidos. Eu sei... E quando estes perdidos se convertem, o que é mesmo que eles fazem? São ensinados, batizados, passam a dar o dízimo, a cantar nos cultos, e pronto!? Pra quê mais, não é mesmo? Eles já estão salvos!! Agora é só esperar a vinda de Jesus!

Olha, me desculpem, com todo respeito, mas vocês acham que nós podemos chamar algo desta natureza de igreja? Vocês imaginam que este tipo de mensagem é o Evangelho? Vocês pensam que podemos ser assim e ainda sermos chamados de discípulos de Jesus? Que bíblia vocês estão lendo? Ah... não estão lendo a bíblia, só escutando sermões? Entendo... Eu sei como esta engrenagem funciona...


Carlos Moreira

12 julho 2016

Eu Resolvi não Esperar, Resolvi Viver!




“Eu Resolvi Esperar” é a nova fórmula receitada por alguns grupos religiosos com o fim de garantir o sucesso na escolha do parceiro ideal para o casamento. Esses ensinos já ganharam, inclusive, o status de doutrina, com suposta fundamentação bíblica e eficácia garantida, e passaram a ser observados por milhares de jovens e adultos. Como se sabe, a religião nunca pôde prescindir da adoção de métodos e regras prontas, catecismos e manuais de conduta, tudo que cerceia o indivíduo de fazer suas próprias escolhas. Ora, como sabemos, santidade não é algo que se possa produzir com a privação de nada, mas com a liberdade de se escolher o bem no chão da vida. Paulo, falando aos Colossenses, disse que ninguém se tornaria puro algemando a mão, a boca ou os olhos, posto que nada disso tem qualquer efeito contra a sensualidade. A questão que surge, todavia, é a seguinte: até onde fórmulas prontas sobre relacionamento conjugal podem dar certo? “Eu Resolvi Esperar”, como decisão pessoal do indivíduo, não parece ser um problema, pois cada um deve fazer o seu próprio caminho debaixo do sol. O problema é quando o “Eu” se torna “Nós”, uma serialização patrocinada pela igreja-indústria que tenta fazer manequins pré-moldados para se encaixar em suas conveniências. A verdade é que não há fórmulas para o amor, não é possível construir fluxos lógicos para gerir sentimentos complexos, isso não funciona! Ninguém pode administrar àquilo que é espontâneo, nem produzir uma receita de casamento como se fosse receita de bolo. Portanto, não se apresse para casar, nem passe tanto tempo fazendo avaliações de pessoas como se elas fossem produtos numa prateleira. Viva, apenas isso! Tenha respeito por seus sentimentos, nem se entregue ao primeiro que aparecer, nem se ampute de viver uma grande paixão só porque ele/ela não se encaixa no padrão de homem/mulher de Deus que sua igreja definiu. Não permita que roubem, em nome da santidade e da ortodoxia, os melhores anos da sua vida! Assista a mensagem e aprenda sugestões preciosas sobre relações afetivas.


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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