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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

09 setembro 2019

Como Quebrar Padrões Familiares Melhorando seus Pais em Você

Viver em família é algo desafiador. A bíblia sagrada está cheia de casos de famílias problemáticas, como a família de Davi e a do patriarca Jacó. Nas páginas do Velho Testamento é possível encontrar, no contexto familiar, tentativa de assassinato, incesto, adultério, estupro, traição, ódios diversos, inveja incontida, mentiras contumazes, ou seja, todos os matizes dos quais a vida é feita. Como pastor, aconselhando pessoas no contexto relacional, sou testemunha de como disfuncionalidades familiares são capazes de construir tragédias que desgraçam gerações. Eu vi, nestes últimos 33 anos, como feridas produzidas por avós, pais e irmãos são, por vezes, impossíveis de curar, aprofundam-se de tal forma na alma do indivíduo que acabam o tornando sequelado para a vida. Culturas familiares perversas são capazes de introjetar na psique do indivíduo paradigmas dificílimos de serem quebrados. Uma análise desse contexto nos coloca diante de questões relevantes, como por exemplo: reverberação de problemas familiares são carmas e maldições espirituais ou comportamento psico-existencial aprendido? Que tipo de influências se alinham para formar a espiral que estabelece a fenomenologia social, emocional e espiritual? Diante de tudo isso, fica, certamente, uma pergunta pivotal: será que é possível quebrar padrões familiares doentios pré-estabelecidos de tal forma que eles não mais se perpetuem nas gerações vindouras? Eu creio que sim. Como bem disse Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece”. Assista a mensagem!


 

02 setembro 2019

Sacrifício de Tolos: Quando a Ortodoxia Destrói a Fé

Eu tenho afirmado, recorrentemente, que todo fundamentalismo, seja político ou religioso, tem um vértice comum, que é a ideia de que só um lado possui a supremacia em todas as questões, motivo pelo qual não pode ser questionado. Corrobora comigo neste pensamento o filósofo inglês do século XX, Karl Popper, quando afirma “Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos”. A religião é capaz de produzir coisas imponderáveis. Boa parte das tragédias humanas, tiveram, como pano de fundo, motivações religiosas, sobretudo no ocidente cristão, e isso diz respeito não só a fenomenologia do coletivo, no macro-social, mas também nas questões ligadas ao âmbito do indivíduo, nas suas relações mais próximas, como o trabalho e a família. Nesse sentido, levando em consideração os meus 36 anos de caminhada na fé, eu poderia relatar, certamente, centenas, talvez milhares de situações em que vi pessoas fazerem coisas impensáveis em termos religiosos, insanidades imponderáveis, bizarrices, ações comportamentais fruto, na maioria das vezes, de um tipo de espiritualidade ortodoxa que acaba por se revelar profundamente adoecedora, o que denota que o indivíduo jamais teve qualquer compreensão do Espírito do Evangelho. Quantos eu vi sofrer por conta disso, alguns tiverem seus melhores anos inutilizados, fui testemunha de casamentos que involuíram por conta de crenças infundadas, assisti famílias inteiras adoecerem física e psiquicamente, com desdobramentos sobre seus descentes, encontrei gente sequelada com todo tipo de trauma, aleijados de alma, desequilibrados emocionais, pessoas que introjetaram no ser um personagem que surgia de dia, mas tendo de ir dormir com uma outra realidade a noite. Quando analiso de forma mais cuidadosa o fenômeno, percebo que muitas dessas pessoas foram vítimas de pastores perversos, de doutrinas insanas, outras tantos sofreram por conta de heranças generacionais e houve ainda os que foram soterrados pelas tradições familiares. Eu sei, como ministro do Evangelho, o quanto uma igreja pode ser algo bom na existência humana, sou testemunha de como é salutar uma comunidade de fé sadia, que promova a paz e o bem na vida, mas não posso negar, também, que ambientes religiosos são, por vezes, extremante adoecedores, pois a mais infame forma de marcar, negativamente, o caminho de alguém, é fazer o mal afirmando ser ele o bem, e tudo isso em nome de Deus. Assista a mensagem e aprenda a como não se tornar um radical em sua fé.


 

27 agosto 2019

Consolai os que Precisam de Consolo

Vivemos dias muito, muito sombrios. E pior... não vai melhorar, estamos rumando para o apocalipse, o desfecho se aproxima, o fim da raça humana é inexorável, está tudo na Escritura, na própria boca de Jesus, e como eu creio em tudo isso, olho para os fenômenos e discirno o que se passa, mantendo a boa confissão e a minha própria consciência no Evangelho. É o que me resta. Existir num mundo como o nosso é estarrecedor, é desanimador, vivemos num estado permanente de impotência, estamos sendo irresistivelmente achatados pelas pressões sociais, e o pior, é que muito pouco pode ser feito para mudar alguma coisa, lutamos contra adversários poderosos, alguns dos quais são marionetados por potestades espirituais, tornamo-nos, tragicamente, a geração do medo, do pavor, da insegurança, para onde olhamos existe caos, roubaram-nos toda a esperança, clamamos, mas não há quem escute, pedimos socorro, mas ele nunca chega. Diante de tudo isso, eu entendo a legião de gente deprimida, eu entendo o aumento assustador no número de suicídios, eu entendo o enorme contingente de pessoas deixando o país para lavar banheiro no primeiro mundo, eu entendo o fato dos laboratórios venderem tanto ansiolítico, eu entendo o fenômeno de crianças e adolescentes, moradores de favelas, surtando com síndrome do pânico, eu entendo executivos viciados em cocaína para suportar a realidade, eu entendo pastores se matando, eu entendo casais se separando aos milhões, eu entendo uma geração inteira de jovens mergulhados nas drogas, eu entendo a prostituição como fonte de renda, eu entendo a violência crescente como resposta a desigualdade social, eu entendo o esvaziamento das igrejas pela ineficiência da pregação. Mas é diante desta calamidade insofismável e inamovível, que eu quero fazer exatamente como o segundo Isaías, como profeta de Deus neste tempo eu quero lhe trazer algum consolo e alguma esperança. O segundo Isaías propôs, com a analogia do êxodo Hebreu que deixou o Egito para Canaã, um paralelo para a saída do povo da Babilônia para Jerusalém. Eu quero lhe propor a mesma coisa, a saída desta Babilônia na qual estamos vivendo, citada pelo apóstolo João no apocalipse, para a Nova Jerusalém que nos aguarda, um lugar celestial, uma nova sociedade, um novo modelo de civilização, uma nova dimensão existencial, a eternidade com o nosso Deus.


 

19 agosto 2019

Enfrentando os Gigantes

Segundo dados do IBGE, nós estamos hoje no Brasil com uma taxa de 12,5% de desempregados – só para termos um parâmetro, nos EUA essa taxa é de 3,6%. Em números absoluto, existem no País 13,2 milhões de pessoas sem trabalho. Um pouco mais de realidade... Conforme o Portal G1, o número de pessoas inadimplentes, ou seja, gente que não consegue pagar suas contas, é hoje de 63 milhões de indivíduos, os dados dão conta de que 40% da população adulta não consegue se viabilizar financeiramente. Do outro lado da mesa, segundo a FEBRABAN, a taxa do cartão de crédito rotativo é de 286,9% ao ano, e o juros cobrado no cheque especial chega a 315,6% ao ano. Só para seu conhecimento, a taxa Selic – aquela que influencia todas as taxas de juros do país, como os juros dos empréstimos, dos financiamentos e das aplicações financeiras, é de 6,0%. Afunilando um pouco... Em matéria do último dia 15 no Estadão, segundo pesquisa feita pelo IBGE, a região nordeste tem cerca de 3,0 milhões de pessoas em situação de desalento, ou seja, gente que desistiu de procurar emprego porque acredita que não vai conseguir uma vaga. O número total de pessoas nessas condições no País chega à casa dos 5,0 milhões. Mesmo com inflação baixa, na casa de 3,2% de julho de 2018 a 2019, nosso PIB só vai crescer, segundo Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central há cinco dias, 0,81%, ou seja, estamos nos aproximando, novamente, de uma recessão. Esse é o panorama sintético da nossa situação. Mas essa semana, também, nós vimos que a guerra comercial entre EUA e China, as maiores superpotências mundiais, só se agrava, o que fez com que as bolsas de valores do mundo inteiro despencassem e as especulações sobre uma recessão global aumentassem. Some-se a isso o fato de que, essa semana, fomos informados sobre a queda no PIB da Alemanha, que é o motor da Europa, encerrando uma década de crescimento. A Inglaterra também dá os mesmos sinais, a Itália está em crise e a França segue na mesma wibe. Na América do Sul, a Argentina, nossa vizinha, essa semana, trouxe-nos dados que comprovam que o País está num processo acelerado de desestruturação não só econômica, com o peso desvalorizado, mas também política, e na Venezuela, como sabemos, a situação é agonizante. Eu não preciso lhe trazer mais dados, eu preciso lhe fazer uma pergunta: onde isso vai parar? Você sabe? Você tem a dimensão do problema? Se olharmos apenas para o Brasil, será que as reformas do governo vão surtir efeito? Será que a PEC da previdência vai mesmo resolver os problemas da economia? O que nós devemos fazer diante de um mercado que só encolhe e, para piorar ainda mais, como sabemos, centenas de profissões, talvez a sua, vão desaparecer nos próximos 10 anos. O que eu posso fazer para proteger meus negócios, ou meu emprego, e a minha família? As Escrituras têm algo a dizer sobre isso, alguma coisa que possa me dar uma luz e me ajude a me precaver contra esse tempo de turbulências? Assista e aprenda!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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