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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

09 julho 2018

Procura-se Gente Comum para Realizar Coisas Extraordinárias

Nós podemos medir a importância de nossa existência pela relevância que nossa vida assumiu na vida de outras pessoas. Sim, quanto mais significativo você se tornar para os outros, mas terá encarnado em si mesmo a mensagem do Evangelho de Jesus. Esse, contudo, é um tempo de anestesiamento social quanto aos dramas vividos por milhões de indivíduos, de distanciamento relacional, uma vez que o amor tem se esfriado em muitos, de um tipo de lepra que cauteriza e dissensibiliza o coração das pessoas. Em ambientes assim, a alma sucumbe, por isso não devemos nos demorar onde o amor não é capaz de brotar como fruto da solidariedade e da bondade entre os homens. Olhando para a igreja neste tempo, percebemos o quanto ela está doente, o quanto está distante da realidade humana, o quanto se tornou um clube fechado, frequentado por gente que veste as mesmas roupas, todas tecidas com os ornamentos da religião, mas gritantemente distantes das vestes do Evangelho que nos revestem de um olhar compassivo para o meu igual. Nesta mensagem, faço a análise da vida de Dorcas, uma discípula de Jesus que vivia na cidade de Jope e que, com apenas linha, tesoura e tecido, impacta de maneira assombrosa a vida das viúvas e órfãos daquele lugar. Dentre as tantas lições presentes na narrativa de Lucas, penso que a maior delas é compreendermos que as pessoas que fazem diferença na vida de outras não são, necessariamente, as mais capacitadas ou habilidosas, mas as que se tornaram disponíveis para servir e assim permitiram que o Espírito Santo as enchesse de boa vontade através de frutos de justiça. Assista e usufrua todo o conteúdo desta reflexão.


 

06 julho 2018

Você Fala "Palavrão"?



“Palavrão” é dizer palavras afáveis como – "Vá em Paz" – diante da dor do outro sem se mover na sua direção para ajuda-lo, “palavrão” é aquele comentário cheio de preocupação maldosa sobre a vida do outro que, certamente, não lhe diz respeito, “palavrão” é você fazer uso das Escrituras, aplicando cirurgicamente versículos como uma faca fincada nas costas de incautos e desesperados para atingir os seus propósitos, “palavrão” é você glorificar a Deus com salmos e cânticos e blasfemar contra ele com sua própria vida. 

Sim, “palavrão” não é você dizer “porra”, “puta que o pariu” ou “caralho” como fruto de um vício de linguagem ou ato falho, isso é, quando muito, falta de educação, sobretudo em determinadas circunstâncias. 

Quando Paulo fala aos Colossenses sobre um tipo de linguagem inadequada ao discípulo de Jesus, ele coloca o tema dentro de um contexto mais amplo: "Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar." Colossenses 3:8. 

Perceba que a “linguagem obscena” está sendo comparada a coisas que acontecem como fruto de algo que está presente no coração, é, portanto, uma fotossíntese daquilo que está na alma, ou seja, “palavrão” é tudo que vem carregado de impressões e sentimentos do coração, a “palavra”, nesse sentido, nada mais é do que a materialização fonética de algo que acontece intrinsecamente nos escaninhos do ser. 

Jesus nos deu uma explicação muito concisa, sobre algo parecido, quando tratou do homicídio subjetivo, aquele assassinato que não é fruto de um tiro de revolver, mas que, pela via do ódio elaborado no íntimo, fuzila o outro da mesma forma. 

Eu não falo “palavrão” desde minha adolescência. De fato, eu tinha uma “boca suja”, por assim dizer, ainda que minha alma estivesse limpa, mas o poder da revelação do Evangelho me levou rapidamente a perceber que era preciso encontrar outras formas para me expressar. 

Paulo nos ensinou isso em 1ª Coríntios 13 quando afirmou: “Quando eu era menino, falava como menino...”. Sim, excesso de “palavrão”, quando muito, é meninice, coisa que deixa a gente a medida que nos tornamos homens e mulheres na consciência da fé e do Reino. 

O mais, meus manos, é fuleragem de quem, não raro, tem linguagem irrepreensível, cheia de galanteios e salamaleques, mas o coração cheio de maledicência e maldade. Nesses casos, não há outra coisa a dizer, é "foda" mesmo...



Carlos Moreira

05 julho 2018

Temos Vagas para Perdedores!

A vida de Jesus e seus apóstolo revela, com clareza, que a existência humana é marcada por dores, perdas e frustrações. A fé que o Evangelho propõe não é uma crença mágica que transforma a vida num mar de rosas, que nos impermeabiliza contra intempéries ou nos imuniza contra o fracasso. Muito pelo contrário. Está mais do que posto, em todos os textos do Novo Testamento, que aquele que ama a Deus e quer viver com a consciência da Boa Nova terá de enfrentar percalços e amargar coexistir com dramas e contradições. “No mundo tereis aflições”, garantiu o Senhor, e complementou: “Mas tende bom ânimo, pois eu venci o mundo!”. Num tempo marcado por uma teologia beligerante, onde mantras positivistas são recitados como bulas de salvação – “eu decreto”, “eu profetizo”, “está amarrado” – é cada vez maior o número de gente que adoece emocionalmente e sucumbe ante a tentação de chegar ao “pináculo do templo” com vistas a transformar “pedra em pão”. Sim, “Tudo te darei se prostrado me adorares” continua sendo a proposta de Satanás para quem deseja poder, grana e glória, e não são poucos os que se fascinam com “o canto da sereia”. Como pastor de almas, tenho socorrido uma legião de feridos decepcionados com o “deus” de uma igreja que se viciou no estelionato da mensagem, que fez alquimia dos conteúdos do Evangelho com práticas pagãs e vãs filosofias, tudo em busca de tornar mais palatável a proposta do “Negue-se a si mesmo”. Nesta mensagem, analiso a vida do profeta Elias, um ícone do Velho Testamento, e como ele sucumbiu em certo momento de sua existência. Ao final, você perceberá que não é pecado sofrer, que o justo pode cair, pode sentir medo e solidão, pode errar o alvo e, ainda assim, ser amado e acolhido pelo Pai. Assista e desfrute daquilo que o Espírito Santo que lhe transmitir!


 

21 junho 2018

COMPARTILHE ESTA MENSAGEM PARA ME AJUDAR A ALCANÇAR MAIS PESSOAS!




Nosso canal de vídeo no Youtube bateu, nesse último final de semana, a marca de 200 mensagens. Hoje são mais de 4.000 assinantes com cerca de 300.000 visualizações. Na imagem acima vai uma lista das playlists disponíveis, organizadas por macro-temas, e o número de vídeos constantes em cada uma delas. Já há 4 anos estamos também no canal 3 da Vem e Vê TV a convite do Pastor Caio. Se puderem ajudar divulgando, enviando para parentes e amigos, para seus grupos, agradeço imensamente! Tenho certeza que trata-se de bom conteúdo do Evangelho, conforme o que temos recebido no Caminho. As estatísticas mostram que a maior parte dos acessos a internet no Brasil são feitos de equipamentos mobile, ou seja, celular e tablets. Portanto, repassar pelo WhatsApp vai ser de grande ajuda. Você pode comprovar o impacto das reflexões na vida das pessoas através dos testemunhos em forma de mensagens que são deixadas a cada vídeo no canal. Tenho convicção de que alguém que você conhece, certamente, pode ser abençoado ouvindo mais esse veículo de divulgação do Evangelho. Se desejar conhecer o canal agora para se inscrever clique aqui: https://www.youtube.com/user/cfsmoreira . Beijo do CM!

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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