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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

23 fevereiro 2011

DEMOCRACIA, MCDONALDS E TWITTER



Os deuses já não governam o Egito. As pirâmides começaram a ruir, os “faraós” estão sendo destronados e as múmias foram interrompidas em seu sono eterno.

Desde os dias de Menés até o governo de Osnir Mubarak, nunca se tinha visto no Vale do Nilo coisa igual. É a revolta dos felás, a ressurreição do camponês eloqüente!

O Egito dos governantes “embalsamados” está indo por água abaixo. Se eternizar no poder e governar absoluto a partir de um palácio inatingível nunca mais!

Na verdade, não é o ditador Osnir Mubarak que está perdendo o poder, é a tradição política milenar do crescente fértil que está sucumbindo às ondas do neoliberalismo ocidental.

Não são os fundamentalistas islâmicos que estão movendo a revolta popular e nem muito menos qualquer entidade metafísica muçulmana, judia ou cristã. São os “caras pintadas” egípcios que cansaram da ditadura e exigem a saída do presidente.

Ditaduras autocráticas regadas à valores questionáveis não fazem mais sentido no mundo contemporâneo e não estão na ordem do dia no Egito. É o secularismo ocidental que está derrubando Mubarak!

Não são os seguidores de Alá que estão promovendo a reviravolta no Cairo, e sim outro tipo de seguidores: os do Orkut, facebook e twitter. O povo clicou no ícone LIBERDADE.

A convulsão social no Egito é o começo da vitória do hambúrguer sobre o quibe. O que os exércitos ocidentais não conseguiram impor nos campos de batalha, a internet e o mcdonald’s estão conseguindo no âmbito cultural.

Digo isto porque embora Osnir Muabark seja um rebento do imperialismo norte-americano, como Sadan Hussein foi um dia, ele também é um representante legítimo dessas ditaduras violentas que floresceram naquela região ao longo de toda a história.

As manifestações populares no Egito, na Tunísia, na Síria ou onde quer que elas venham a aparecer são um sinal inconteste de que o mundo árabe está trocando o alcorão pela web 2.0 e pelo big-mac com bastante ketchup.

Os tempos mudaram, paradigmas estão sendo quebrados e outros ainda serão. Pelo visto, dentro de mais algum tempo o rigor das antigas tradições será engolido pela liberdade de expressão no mundo virtual.

E eu que preferia os livros ao notebook!

André Pessoa via Século XXI

21 fevereiro 2011

Dormindo com o Inimigo


Adoro polêmica! Quem me conhece sabe disso. Pensar é preciso e, para que isso aconteça, nada como levantar reflexões a respeito de temas que mexem com o consciente e o inconsciente de todas as sociedades, inclusive a nossa.

Dentro desse contexto, uma temática cujo debate é extremamente complexo é a questão do sexo no casamento e quando ele se torna pecado, mesmo respaldado pelo contrato que foi assinado no cartório ou a benção concedida pela igreja.

Há tantos que se preocupam com o sexo antes do casamento que, não raro, acabam esquecendo que existe sexo também no casamento! Primeiramente, para falar sobre o assunto, é preciso conceituá-lo. Aqui vou utilizar a experiência de estar há 20 anos ouvindo casais com os mais diversos tipos de problemas e conflitos na área sexual, o que se constitui vasto material para podermos refletir.Com vistas a chegarmos a algum ponto de “iluminação” da consciência, vou tentar dizer, logo de cara, o que não é sexo. Será mais fácil assim...

Sexo não é coito, ou seja, não é o ato em si, com carícias, preâmbulos, penetrações e orgasmo. Os animais fazem isso, mas não desfrutam da grandiosidade daquilo que Deus planejou para nós, humanos. Coito, é parte do sexo, mas ainda não é sexo! Sexo é encontro de corpo, sim, mas também de alma e de espírito. Sexo é algo muito mais profundo e complexo do que a grande maioria de nós entende ou usufrui. O sexo começa no olhar, no desejo acalentado, pacientemente. Depois ele passa pelas afinidades, complementaridades . Em seguida, vem a questão da “química”, do cheiro, do gosto, das formas. E então, finalmente, vem a parte espiritual.

Sim, sexo é coisa muito espiritual! Aliás, é mais espiritual do que muitas outras que imaginamos. Por isso, fazer sexo com alguém de “outro espírito” é deitar-se com uma pessoa que tem em sua natureza diferenças importantes da nossa e isso, obviamente, tem implicações para muito além do que se pensa ou se vê.

Foi por isso que Paulo, tratando do tema em sua epístola aos Coríntios, falou de forma aberta sobre os desdobramentos de um tipo de sexo que é casual, aquele realizado com a prostituta.

Na verdade, o raciocínio de Paulo não se prende à figura da prostituta em si, mas está focado no que podemos denominar de “espírito de prostituição”. Pessoas transmitem “espíritos” quando se relacionam intimamente. Por isso, há uniões que contaminam a alma da gente para o mal, pois cada pessoa carrega sua própria carga de “energia”, e isso a partir do que se construiu no ser.

Se você quiser aprender alguma coisa boa sobre sexo no casamento, não precisa ler livros que dão conselhos sobre o tema, sobretudo esses que estão aí nas prateleiras e que são, em sua esmagadora maioria, baboseira pura.

Faça o seguinte: abra a sua Bíblia e debruce-se sobre o livro de Cantares. Ali está a mais linda poesia sobre o sexo, com metáforas das mais ousadas e pertinentes que farão um leitor atento e inteligente, que consiga ir além da “letra”, apropriar-se das alegorias e, assim, aprender muita coisa bonita e poética para a vida a dois. Mas este não é um texto sobre sexo, e sim sobre o fato de se estar casado e fazer um tipo de sexo que é pecado diante de Deus. Isso é possível e mais comum do que se imagina.

Para entrar de cabeça na questão, vou usar apenas um texto dos muitos possíveis, pois ele vai me ajudar a pontuar o assunto. “Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento e durante certo tempo, para se dedicarem à oração. Depois, unam-se de novo, para que Satanás não os tente por não terem domínio próprio.” 1ª Co. 7:5. O texto é riquíssimo, mas vou usar apenas esta parte dele: “Não se recusem um ao outro, exceto por mútuo consentimento...”.

Em primeiro lugar, vamos esclarecer algo importantíssimo: não se “recusar um ao outro” não trata apenas da incidência da relação, ou seja, da agenda sexual, mas de algo com implicações mais profundas.

Diferentemente do que, talvez, a maioria pense, não se recusa o parceiro apenas quando se diz a ele: “hoje não”, seja por que motivo for. Essa é apenas a forma mais usual.

Na verdade, podemos recusar alguém de muitas maneiras, inclusive inconscientemente. Aliás, normalmente recusamos os nossos parceiros enquanto fazemos sexo com eles! Recusa é algo que acontece não só nas proibições físicas – “isso não; aqui não; desse jeito não; não gosto assim;...”, mas também em nível emocional. Nesse segundo caso, o problema é subliminar, pois a resistência fica “presa à alma”, e, por vezes, até ao intelecto.

Mas há ainda outra frase-chave nessa citação de Paulo e nós precisamos explorá-la melhor: “mútuo consentimento”. Sabe o que significa? Não é tão simples como talvez pareça. Não trata apenas de concordar sobre local e hora de fazer sexo, mas de algo muito mais profundo, ou seja, das práticas, acordos e brincadeiras que o casal se permite fazer quando está nesse nível de intimidade sem que nenhum dos dois se constranja, sinta-se desrespeitado.

Então, usando o texto de Paulo como uma referência, posso concluir que sexo entre um casal é algo que é feito sem privação ou subterfúgios, em bom português: sem enrolação! E posso também arrematar que esse sexo é feito de forma prazerosa e digna – uma vez que um busca o que dá mais satisfação ao outro – ou seja, resumindo: sexo é um encontro profundo de um ser com outro ser.

No casamento, as relações sexuais se tornam pecado quando são feitas sem interesse, quando um dos cônjuges está ali por “obrigação”, apenas para “esvaziar” o desejo retido do outro. Sexo é pecado quando eu o faço com minha mente “vagando” por outros “ambientes” ou, pior, quando ela projeta alguém naquela “cena” que ali não está, nem poderia estar, ou seja, quando faço amor com um(a) e, ao mesmo tempo, penso em outro(a).

Sexo é pecado quando eu não respeito os “limites” do meu parceiro (a), estando apenas na busca pelo meu próprio prazer – ainda que isso traga desconforto e até dor a ele (a). Isso quebra a “regra” da consensualidade; é pecado!

Sexo é pecado quando eu preciso de objetos de erotização exteriores para produzir excitação. Fantasia é algo bom e saudável quando não ultrapassa os limites do bom senso, pois até mesmo o que supostamente dá prazer pode viciar e levar a alma a pulsões cada vez mais insustentáveis, onde o limite acaba beirando o absurdo.

Hoje há tantos recursos para produzir fetiche, como réplicas de pênis e vagina, cilindros para introdução, máscaras, algemas, filmes com aberrações, chicotes, que o prazer acaba se transferindo do corpo das pessoas para as coisas periféricas.

A experiência mostra que o vício na pornografia tem o poder de diluir a alma das pessoas, pois cria uma pulsão inconsciente que, depois, só concede ao corpo o prazer se a fantasia artificial se fizer presente. Não se pode esquecer, todavia, que ela é um estimulante sensorial virtual, mas não real. Talvez Seja bom para “crianças”, mas para adultos...??
Sexo é pecado quando eu não dou prazer ao outro. A coisa mais comum com a qual lido em meus aconselhamentos é ouvir das mulheres que elas jamais tiveram um orgasmo com seus parceiros em anos de casamento.

E o marmanjão, desfilando impoluto, fica achando: “Esse cara sou eu”! É pecado! Mostra o descaso para com o outro, o egoísmo explícito no ato, a falta de maturidade que me leva apenas a buscar meus 15 minutos de prazer em detrimento do outro que está há anos e anos na míngua, no deserto da excitação, na aridez do gozo.

Bem disse o cantor e compositor Cazuza, em circunstâncias similares: trata-se mesmo de “solidão a dois”. E mais... é pecado!

Lin Yutang, escritor chinês, afirma que: “É a minha conclusão que no Ocidente se pensa muito no sexo e muito pouco nas mulheres”.

Acredito que, sem nos preocuparmos sinceramente com o prazer do outro, jamais seremos felizes na cama com aquele (a) a quem dizemos amar. E creia-me: milhares de separações poderiam ser evitadas se esse tema fosse enfrentado de forma corajosa. Mas fazer o quê? Tem gente que prefere sonhar com o amante e dormir com o “inimigo”...



Carlos Moreira

19 fevereiro 2011

GUNPOWDER PLOT


Bertrand, Russel em seu livro “ABC da realidade”, diz que no dia 5 de novembro os ingleses comemoram o “gunpowder plot”, ou a “conspiração da pólvora”. O evento é uma espécie de festa cívica britânica.

Esta data é festejada para relembrar o empreendimento malsucedido de um conspirador chamado Guy Fawkes que intentou explodir o parlamento inglês no século XVI. Os ingleses comemoram a sobrevivência dos seus parlamentares que não foram apanhados de surpresa pelo atentado (acredite se quiser).

Denunciada a sinistra operação, o parlamento foi inspecionado, a pólvora, que seria usada na explosão também, e os parlamentares salvos sem nenhum arranhão. Em suma, a comemoração demonstra o respeito dos ingleses pelos seus representantes políticos.

A existência do parlamento inglês é, por incrível que isso possa parecer a um brasileiro, motivo de comemoração. No Brasil, entretanto, tal celebração seria impossível por motivos óbvios.

A história da política brasileira e do seu parlamento - digo isso com tristeza - é sinônimo de corrupção e entreguismo. Não temos qualquer motivo para comemorar os nossos parlamentares, ou a existência do senado e do congresso.

A bancada da câmara e do senado é uma vergonha nacional e uma instância totalmente desacreditada. A forma como os parlamentares defendem os seus interesses mesquinhos (principalmente os seus salários) é descabida e antiética.

A maneira vergonhosa como os nossos deputados e senadores confundem interesses públicos e privados é lastimável. A política brasileira enoja o cidadão honesto, torna-nos incrédulos quanto a mudanças e suja a imagem do nosso país no exterior.

Vida política no Brasil continua sendo sinônimo de bom emprego e porta para um possível enriquecimento ilícito. No nosso caso, temos motivo para lamentar, e não para comemorar a não explosão do congresso!

Contudo, eu mesmo não aprovaria uma possível explosão do congresso e do senado nacional. Por quê? Você já imaginou um pedaçinho do Sarney em cada canto do Brasil?

André Pessoa via Século XXI

15 fevereiro 2011

Protestando contra os Protestantes!


“No segundo século da era cristã, os pais apostólicos discutiam entre si sobre a possibilidade ou não de haver salvação fora da igreja. Hoje, a questão inverteu-se e talvez seja mais correto perguntar se há possibilidade de alguém salvar-se estando dentro da igreja”. André Pessoa.

Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio... Nós Protestantes, herdeiros das tradições da Reforma do século XVI com seus “pilares”, sua teologia, suas confissões, suas teses, temos agora de conviver com uma “igreja” que possui um ambiente mil vezes mais insalubre do que o foi a Igreja de Roma na “idade das trevas”. 

E não adianta você dizer que “não é do clube”! Depois do esquartejamento que fizemos no Corpo de Cristo, transformando-o em mais de 30 mil denominações no mundo, ninguém diferencia protestantes de históricos, reformados, evangélicos, neopentecostais, e quem mais chegar! Para a grande maioria da população, é tudo farinha do mesmo saco, sempre viveram no mesmo barco...

Quando há alguns anos o então Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, no Pontificado de João Paulo II, escreveu o Documento “Dominus Lesus”, reacendeu-se o axioma de que "Fora da Igreja Católica não há salvação". Na época, o documento foi considerado tão infeliz e inoportuno, que até os cardeais protestaram contra. Sem dúvida, tratava-se de um grande retrocesso quanto às questões abordadas pelo Concílio Vaticano II de 1961.

Hoje, se os Católicos quisessem se manifestar, protestar, redargüir, criticar, nós teríamos de ficar caladinhos e de orelhas abaixadas tamanhas são as barbáries realizadas nas “igrejas” ditas “evangélicas”. O “Show da Fé”, que já era um suplício interminável, virou, há muito, “Show de Horrores”! Sai capeta!

Quisera eu que a apologética de nossos dias fosse contra o axioma Católico da não possibilidade de haver salvação fora da Igreja de Roma. Isso seria como tirar pirulito de bebê. Hoje lutamos contra nós mesmos, é o chamado fogo amigo! Não é fogo santo não irmão! Fica melhor chamar de fogo estranho mesmo! Combater “apóstolos”, “evangelistas”, “missionários” e outros “entes” eclesiásticos juntamente com o que eles pregam tem se tornado tarefa quase hercúlea!

Você acha as indulgências e simonias o “fim da picada?”. O que me diz então da água ungida do Jordão, do mapeamento genealógico das maldições hereditárias, das correntes de fé, dos processos de regressão para cura interior, da chave untada com óleo santo, do banho de sal grosso, das profetadas dos "santarados", das pirotecnias milagrosas, dos cantores “gospel”, do show dos endemoninhados – com direito a entrevista, das barganhas de todo tipo, do espólio das carteiras e dos bens dos “dizimistas”, dos elementos judaicos no culto – bandeira de Israel, Estrela de Davi, Shofa, e tantas outras maluquices que daria para escrever um livro só com as bizarrices encontradas em “nossos” “templos” e “cultos”.     

Se Nietzsche, no século XIX, escreveu: “a descoberta da moral cristã é um acontecimento que não tem igual, uma verdadeira catástrofe", imagina o que ele diria da “igreja” de hoje!? É triste, mas nos tornamos a antítese de tudo o que Jesus encarnou como vida; tornamo-nos os praticantes do maior estelionato da fé que a sociedade humana já presenciou! 

Por isso, pode protestar, bater o pé, fazer o sinal da cruz, fechar os olhos, tapar os ouvidos, cerrar os lábios, correr de medo, gritar “tá amarrado!”, chamar o BOPE, faça qualquer coisa meu mano, mas me deixe “sair desse trem!”. Sinceramente, conversão dentro do que se tornou a “igreja evangélica” é algo tão adoecedor e esquizofrênico que só o que nos resta é rezar para que o pobre coitado que passar por esta “experimneto” – não seria melhor dizer expremimento? – sobreviva ao que ainda virá pela frente. É que para este a grande tribulação já começou...

Não sei mais o que é pior: se a afirmação ufanista de Roma de que a salvação só se dá dentro de “suas portas”, ou a constatação de que dentro das portas de nossas “igrejas” tá ruim de haver salvação! Eu, todavia, prefiro ficar com as Escrituras: “Em nenhum outro nome há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos”. At. 4:12. Só para lembrar: Igreja não salva! Jesus Cristo é a nossa salvação! 

PS: chocou-se com a imagem deste post? Não se impressione não, você vai vê-la muito mais por esses dias... "Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz a Igreja!".

Carlos Moreira

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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