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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

30 setembro 2019

A Epidemia de Suicídio de Pastores

“O meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Mt. 11:30. São palavras de Jesus, não minhas. A luta no ministério é alago inegável, o desgaste é enorme, os dissabores são incontáveis, as traições são terríveis, as injustiças são inúmeras, mas, segundo Jesus, o fardo dele é leve, ou seja, quando a vida pastoral se torna insuportável, há que se questionar o seguinte: que fardo é esse que eu estou levando? E mais... Por que não estou trocando o meu fardo pesado pelo fardo leve de Jesus? Eu sei o que é ser exigido pastoralmente ao extremo, em 2013, esgotado fisicamente e emocionalmente doente, eu pensei em largar tudo e cuidar apenas da minha família e dos meus negócios. Eu sei como funciona a perversidade sofisticada da igreja, as frituras do clero, as manobras políticas, os conchavos de coxia, os jogos de interesses, as mentiras sinceras, as fofocas santas, o fetiche disfarçado, as manobras dos que manejam vidas. Sim, eu sei como a igreja adora tripudiar em cima da desgraça pastoral, tem crente que sente tesão em ver pastor “cair”, se for adultério, então, nem se fala. Mas a despeito disso tudo, eu sei também que esse não é o desejo do Senhor da Igreja! O problema do suicídio de pastores não é algo pontual, nós estamos diante de uma epidemia, mas, ao meu ver, olhamos para o fenômeno de forma equivocada, pois o problema não está nos desafios do ministério, profetas e apóstolos viveram isso, na história da fé, homens e mulheres experimentaram esses matizes, a Escritura diz que “Todos os que querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”. 2ª T. 3:12. Diante dessa tragédia, temos que mudar o foco da análise, o problema não são os desgastes, mas a forma como os pastores encaram o seu próprio chamado, o problema é querer ser inerrante, é bancar ter uma família perfeita, é posar como inquebrantável, é tentar ser o super-homem, é aparecer rindo e feliz o tempo todo, é negar que há em si mesmo contradições, medos e pecados, como em todos os demais. Assista a mensagem e discirna os desafios da vida pastoral neste tempo.


 

23 setembro 2019

Qualquer Maneira de Amor Vale a Pena?

O sexo pode ser um mito, pode ser tabu, pode ser mania. Sexo não é pagão, nem é cristão, não tem religião, mas sexo é uma invenção divina e foi criado para dar muito prazer. Na história humana, o sexo já foi feito de todas as formas e por todos os motivos, desde a necessidade de procriação da raça humana, até o sexo feito por interesses econômicos. Já se fez sexo por todos os motivos, tem gente que faz sexo por amor, e tem sexo que provoca dor, há sexo consentido e sexo pervertido, sexo de diferentes e sexo de iguais, sexo com dois, com três e com vários, tem sexo com vivo e sexo com morto, sexo que é paixão e sexo que é traição, sexo com gente e até sexo com bicho, sexo que é lixo, bestial, e sexo amoral. Na sociedade contemporânea, em se tratando de sexualidade, mitos foram desfeitos, tabus estão sendo superados, já tem gente fazendo sexo até com bonecos. Há também o sexo virtual, com animes holográficos e para muito em breve, certamente, o sexo com robôs, máquinas com pele sintética, inteligência artificial e muito “amor” pra dar. Na canção “Paula e Bebeto”, do Milton Nascimento, o poeta afirma: “Qualquer maneira de amor vale a pena, qualquer maneira de amor vale amar”, mas será que na existência real a poesia é capaz de se materializar como paz e bem na vida? Será que todo sexo é mesmo bom, e mais do que isso, será que todo tipo de sexo é lícito? Assista a mensagem!


16 setembro 2019

Vivendo com Contentamento na Sociedade que só quer Romper Limites

Você já se sentiu atraído por alguma proposta nas redes sociais que promete que você ia ganhar muita grana? Você já comprou algum curso online, desses gênios do marketing digital, ou participou de congressos de final de semana que prometem uma revolução em sua vida financeira? Olha, eu conheço gente séria, inteligente, com boa formação e bom emprego, que investiu algumas dezenas de mil reais com o objetivo de virar pelo avesso suas finanças. É uma tentação, ou não é? É possível resistir a isso? O mercado diz: “Suba no lugar mais alto!”; o Coach afirma: “Supere seus limites!”; o Escritor infere: “Vença os gigantes!”; o Influenciador Digital aconselha: “Não há limites para você!”. Num tempo onde é preciso sobreviver, onde só os melhores têm oportunidades, onde o emprego está desaparecendo e os robôs ocupando as vagas disponíveis, quem não quer ganhar grana com uma nova receita de bolo, com um novo mapa do tesouro, com uma fórmula de sucesso? Na sociedade do consumo, onde praticamente tudo pode ser comprado, quem não quer ter dinheiro para satisfazer apetites desmedidos e sonhos realescos? Qual é o motor que faz essa engrenagem funcionar, você já se perguntou? Vaidade? Ambição? Desejo de poder? Luxúria? Provavelmente, todas essas coisas e outras mais, como bem disse o apóstolo Tiago “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, que o atrai e seduz”. Bem, diante de um cenário tão complexo, há, de fato, questões a analisar: por exemplo, que tipo de tensões se instalam na alma do indivíduo que vive constantemente debaixo de pressões para se superar, para ir além do já alcançado, para galgar mais espaço? Será que isso faz bem a existência humana, uma relação conjugal sobrevive nesse contexto, filhos podem ser criados dessa forma, Deus pode ser buscado e pessoas podem ser cuidadas com algo assim ocupando sua agenda? Será que há um limite para as nossas realizações, um lugar onde se chegue no qual é possível dizer: “estou satisfeito”? Na sociedade das múltiplas possibilidades, seria bom estabelecer até onde se deve ir e quando é imprescindível parar? Você estaria disposto a ser uma pessoa comum, com uma vida comum, fazendo coisas comuns? Isso lhe satisfaria? Como disse o pensador: “O simples é o contrário do fácil”. Assista a mensagem!


 

09 setembro 2019

Como Quebrar Padrões Familiares Melhorando seus Pais em Você

Viver em família é algo desafiador. A bíblia sagrada está cheia de casos de famílias problemáticas, como a família de Davi e a do patriarca Jacó. Nas páginas do Velho Testamento é possível encontrar, no contexto familiar, tentativa de assassinato, incesto, adultério, estupro, traição, ódios diversos, inveja incontida, mentiras contumazes, ou seja, todos os matizes dos quais a vida é feita. Como pastor, aconselhando pessoas no contexto relacional, sou testemunha de como disfuncionalidades familiares são capazes de construir tragédias que desgraçam gerações. Eu vi, nestes últimos 33 anos, como feridas produzidas por avós, pais e irmãos são, por vezes, impossíveis de curar, aprofundam-se de tal forma na alma do indivíduo que acabam o tornando sequelado para a vida. Culturas familiares perversas são capazes de introjetar na psique do indivíduo paradigmas dificílimos de serem quebrados. Uma análise desse contexto nos coloca diante de questões relevantes, como por exemplo: reverberação de problemas familiares são carmas e maldições espirituais ou comportamento psico-existencial aprendido? Que tipo de influências se alinham para formar a espiral que estabelece a fenomenologia social, emocional e espiritual? Diante de tudo isso, fica, certamente, uma pergunta pivotal: será que é possível quebrar padrões familiares doentios pré-estabelecidos de tal forma que eles não mais se perpetuem nas gerações vindouras? Eu creio que sim. Como bem disse Nietzsche: “Aquilo que não me mata, só me fortalece”. Assista a mensagem!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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