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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

09 julho 2016

Pescadores de Homens ou de Peixes? O que Faço com Minha Profissão?

Tenho encontrado muitas pessoas vivendo frustradas ou, no mínimo, desorientadas, em relação as suas profissões. Muitas delas foram iludidas pelo engodo de exercer alguma atividade econômica que viabilizaria, em tempo recorde, o sucesso fácil, outras acabaram por fazer o que não tinham qualquer vocação, pois visavam apenas rentabilidade e segurança, e há ainda os que não sabem, sequer, o que fazer, estão perdidos entre cursos trancados e a busca de novas opções. Num mercado altamente competitivo, errar o alvo significa perder anos preciosos de experiência, tempo que será necessário para prover as bases de uma carreira bem sucedida, a qual possa viabilizar os sonhos de todo trabalhador. Por outro lado, percebo também a falta de entendimento da esmagadora maioria sobre como exercer sua atividade econômica levando em consideração os desafios do Evangelho. Sim, vida espiritual tem tudo a ver com vida profissional, um influencia diretamente o outro! Mais, afinal, você foi chamado para pescar peixes ou para pescar homens? Como projetar uma carreira de sucesso sem cair no modismo nem transgredir valores e princípios do Reino? Como posso me destacar num mercado tão seletivo; Deus pode me ajudar nisso? Assista a mensagem e aprenda o que fazer!


 

05 julho 2016

Jugo Desigual ou Jogo Desigual?



Jugo desigual não é um evangélico casado com uma católica. Ora, por favor! Conheço crentes casados, que frequentam a mesma igreja, que leem a mesma bíblia, que cantam as mesmas músicas gospel e estão em jugo totalmente desigual, pois não há entre eles uma ligação de alma, de entendimento da vida, de percepção do mundo.

Na verdade, que adianta sentar no mesmo banco no templo e viver separado na cama? Que adianta andar de mãos dadas no pátio da igreja e com consciências separadas no chão da vida? Conjugalidade é, antes de qualquer coisa, um habitar a alma do outro e não apenas o viver junto debaixo do mesmo teto.

Ora, jugo desigual é alguém ter olhos para ver o bem, enquanto o outro só consegue discernir o mal, é a alegria de um sendo sufocada pela moralidade castrante do outro, é um querer inovar na cama e o outro, cheio de pudores e não me toques, gostar de um sexo broxante. Jugo desigual é um apreciar o teatro e o outro se privar da diversão por questões doutrinárias, é um desejar dançar e o outro vê pecado numa "sala de reboco", é um adorar um bom vinho e o outro fazer a gestão da felicidade por causa da legislação da igrejola.

Conheço casais de diferentes crenças que são harmônicos e perfeitamente enlaçados em amor, enquanto aconselho a centenas de outros, de mesma confissão religiosa, se matando na frente dos filhos e pedindo que Deus “leve” o parceiro para sua Glória.

Sendo honesto, acredito em jugo desigual, na perspectiva do que disse acima, mas acredito também em jogo desigual, que é o que acontece com muita gente que não teme fazer do casamento um remendo mal feito, desde que ele se adeque ao manequim da religião.

Portanto, ao invés de procurar uma mulher calvinista, procure uma que goste de conversar e contar piada, ao invés de procurar um marido pré-milenista, arrume um que leia Fernando Pessoa com você no banco do parque, ao invés de buscar uma mulher de oração, busque uma que tenha coração!

Acredite, é impossível gente que ama e se sente amado não ter graça no ser e música que embala os pés no caminhar do caminho. Um ateu com boa vontade é melhor que um crente amargurado, se você quer alguém que lhe complete, procure afinidades em sua alma, não em sua estante de livros teológicos.


Carlos Moreira


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30 maio 2016

Estupro Social: o que a Igreja tem a ver com Isso?



O estupro da adolescente no Rio de Janeiro, ainda sob a investigação da Polícia, revela o desprezo com que esse tema é tratado numa sociedade já acostumada em cometer, impunemente, violência contra as mulheres. Mas na verdade, olhando de forma mais abrangente, este ato hediondo nos mostra as vísceras de uma engrenagem social enferrujada por políticas públicas inconsistentes, desvios de verbas por corrupção política, exploração empresarial das classes pobres, desinteresse da população civil e uma total desatenção das organizações religiosas para os dramas dos excluídos. Sim, é grave a analgesia da igreja para questões tão prementes! Tristemente, e parafraseando o “Capitão Nascimento” no filme “Tropa de Elite”, “A igreja existe para resolver os problemas da igreja, não para se envolver e ajudar a resolver os problemas da sociedade”. Portanto, não espere, na esmagadora maioria dos casos, que a igreja, ou seus representantes, se manifeste publicamente contra abusos, estupros, preconceitos, violência contra minorias, racismo, homofobia, drogas, miséria, desemprego, epidemias, pois a igreja vive num mundo paralelo, onde apenas as coisas supostamente sagradas importam. A igreja está entretida com batalhas espirituais, não com causas reais, está lutando contra demônios, e não contra a possessão da mente e do coração, que dessensibiliza o indivíduo e o faz inerte diante da dor do outro. A máxima religiosa é buscar redimir o espírito do homem, desprezando, assim, os dramas e dores de sua alma, amparar o indivíduo com a doutrina da salvação, ainda que seja incapaz de fazer algo concreto para salvá-lo da miséria e do descaso no qual ele vive. A verdade é que o “deus” desta igreja é Platão, e não Jesus, o que eles vivem é a utopia do mundo das ideias, e não a verdade do Evangelho para o mundo concreto. Tenha coragem de assistir a esta contundente mensagem e discirna se este não é, também, um problema seu!


 

24 maio 2016

Por que Deus não Resolve Meus Problemas?




O sofrimento humano não carece de nenhum tipo de teologia que o explique, mas tão somente de um olhar misericordioso sobre a dor e a tragédia. Quem é vítima da fúria da vida, que destroça planos, arrasa sonhos, desfaz esperanças, precisa de abraços solidários e silêncios reverentes, não de doutores da religião para inferir seus postulados filosóficos sobre a soberania, a presciência, a providência e a predestinação. Todas estão questões, acredite, não pacificam a alma, não enxugam lágrimas, não levantam caídos no solo infértil do desespero humano. Diante da dor, diz o poeta, todo mundo é igual, não há gênero, cor, raça ou crenças que não seja nivelada ante o inusitado quanto este nos visita no dia escuro da nossa alma. Sim, o dia mal sempre chega na vida, não há como evitá-lo, mas há como vivê-lo sem sucumbir a sua força esmagadora. Perante Deus, é legítima, sem dúvida, a questão daquele que sofre quando interpela: “Por que você não interfere no meu sofrimento?”. De certo, não há nada mais humano do que questionar o que não se pode compreender debaixo do sol. Seria Deus um aloprado brincando com a existência dos homens, marionetando circunstâncias, blefando com o destino, jogando dados com os mortais? Ou Deus é Senhor da história e das circunstâncias, capaz de fazer o que bem entende para dar significado, ao depois, àquilo que parecia inicialmente absurdo? Para tirar toda dúvida, assista a esta empolgante mensagem!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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